Category

Marketing e fidelização

Category

O que é branding e porque a clínica deve investir nisso?

Um dos primeiros objetivos de marketing daqueles que decidem abrir uma clínica é fortalecer o nome no mercado. Quem pensa dessa forma está corretíssimo, pois é preciso ganhar a atenção do público para que as suas ações tenham efeito. Se você deseja que a sua clínica seja reconhecida, então precisa saber o que é branding.

Quem imagina que basta fazer um bom trabalho para atrair mais pacientes está enganado. É claro que o trabalho bem-feito é imprescindível, mas ainda não é o suficiente. Em resumo, o branding pode determinar o sucesso ou fracasso da sua marca. Para se ter uma ideia, até mesmo o marketing boca a boca é beneficiado pelo branding.

Quer saber do que se trata essa estratégia e por que você deve investir nela? Continue lendo e confira!

O que é branding?

Basicamente, é um conjunto de ações para melhorar a percepção que o público tem da sua marca. Sabe aquela sensação positiva que você tem em relação a determinados produtos ou serviços de uma empresa? Isso acontece porque o trabalho de branding foi bem executado. Ele começa desde a concepção da marca e se estende por sua vida inteira.

Depois de definir a sua área de atuação, você deve estabelecer um posicionamento e criar uma proposta de valor. Assim como todos nós somos únicos, a marca também precisa ter sua própria personalidade. Portanto, ter um diferencial é um dos requisitos básicos para gerar reconhecimento entre o público.

Todo o processo de construção de marca deve refletir na comunicação da empresa. É preciso que sua filosofia fique clara para o público. Não é apenas o seu discurso verbal que vai passar seus valores, mas todos os detalhes envolvidos, como logomarca, peças publicitárias, atendimento aos pacientes, entre outros.

Se a sua gestão for eficaz, ainda é possível conquistar verdadeiros fãs. É só observar a relação dos consumidores dos produtos Apple com a marca. Eles fazem filas quando um produto novo é lançado, colam adesivos no carro e têm discussões fervorosas na internet a fim de defendê-la.

Como construir o branding da sua clínica?

Crie uma identidade visual coerente

Ao contrário do que muitos pensam, a identidade visual envolve diversos elementos, não apenas a logomarca. Todos os seus canais de comunicação, como o site e as páginas nas redes sociais devem ser visualmente coerentes com a mensagem que você deseja passar.

Imagine, por exemplo, que suas peças publicitárias tenham layouts minimalistas, mas, ao entrar em seu site, o visitante se depara com um excesso de informações. No mínimo estranho, não é mesmo? Ao bater o olho em seus anúncios e canais, o usuário deve identificá-los e associá-los a sua clínica.

Invista em treinamentos para os seus funcionários

Outra incoerência que não pode acontecer é você vender uma ideia, e, quando o paciente chegar na clínica, ser atendido de outra maneira. Para que isso não ocorra, os funcionários precisam ser treinados para ficarem em sintonia com a filosofia da empresa. Se você divulga que a consulta é humanizada, o atendimento precisa corresponder a essa expectativa.

Uma boa pedida para organizar o atendimento e entregar a melhor experiência aos pacientes é contar com uma ferramenta de gestão. Desse modo, as chances de erros e, consequentemente, futuras dores de cabeça diminuem bastante.

Escute o público-alvo

Nem sempre o que você quer passar está sendo bem entendido pela audiência. É comum que alguns detalhes passem despercebidos e haja um ruído na comunicação. Nesses casos, a melhor opção é ouvir a opinião do público-alvo. Para isso, você pode:

  • pedir feedback aos pacientes;
  • fazer pesquisas quantitativas e qualitativas;
  • pesquisar nas redes sociais o que estão falando sobre a marca;
  • incluir ferramentas de avaliação com espaço para comentários no site etc.

Analise a concorrência

Como mencionamos, é preciso criar um diferencial para a sua marca. Sendo assim, analisar os concorrentes é essencial para conseguir insights e descobrir o que ninguém mais faz. Muitas vezes, existem segmentos na área que não são explorados ou técnicas pouco utilizadas. Só tome cuidado para não se inspirar demais e deixar sua clínica muito parecida com as outras.

Quais são as vantagens?

Destaque

Quando você consegue encontrar o seu caminho e dá personalidade à marca, está criando uma individualidade. Sendo assim, sua clínica começa a se diferenciar das demais e ganha um lugar de destaque na mente das pessoas. Quem decide seguir um caminho mais genérico é visto como apenas mais um.

Público qualificado

Outra vantagem de criar um diferencial é atrair um público qualificado. Se a mensagem que você está passando é clara, as pessoas já sabem o que vão encontrar em sua clínica. Essas características peculiares geram identificação do público com a marca. Dessa maneira, seus pacientes se sentem como parte de grupo selecionado, ou seja, sentem-se especiais.

Credibilidade

Apenas quem é reconhecido consegue conquistar credibilidade junto ao público. O ser humano é naturalmente desconfiado quanto às novidades, portanto, é necessário provar que elas são relevantes. Uma percepção positiva em relação a sua clínica é o modo ideal de incentivar a audiência a dar o primeiro passo.

Fidelização

Para conquistar a fidelidade, você precisa fazer o que ninguém mais faz. Por que alguém deve escolher você em vez dos concorrentes? Essa pergunta é essencial para que o seu trabalho de branding tome o rumo certo. Ao encontrar a resposta e transmiti-la ao público, você encontrará pessoas dispostas a pagar mais para fazer parte de um grupo seleto de pacientes.

Divulgação espontânea

Depois de as pessoas serem impactadas positivamente, atraídas para o estabelecimento e fidelizadas, o próximo passo é se tornarem defensoras da marca. Quando isso acontece, sua divulgação é potencializada, pois ganha o auxílio do marketing de referência.

Como não é novidade para ninguém, é comum optarmos por determinado produto ou serviço quando há indicação de alguém. Logo, ao fidelizar uma boa parcela dos pacientes, seu gasto em publicidade tende a ser menor.

Todos são beneficiados pelo branding, seja qual for o segmento. Apesar de muitos não enxergarem o real valor dessa estratégia, ela é fundamental para a saúde do negócio. Somente assim, você consegue uma posição de destaque e pacientes fiéis.

Agora que você sabe o que é branding, que tal assinar nossa newsletter e receber todas as novidades por e-mail?

LinkedIn para médicos: descubra como utilizá-lo na sua clínica

Com as pessoas cada vez mais conectadas e buscando quase todas as respostas na internet, a presença virtual se tornou obrigatória para profissionais de todas as áreas, inclusive da saúde. Nesse contexto, o LinkedIn para médicos é uma oportunidade de se conectar tanto com pacientes quanto com colegas de profissão.

Assim como as demais redes sociais, o LinkedIn visa promover o relacionamento entre as pessoas no ambiente virtual, porém, com foco profissional. Portanto, é o lugar certo se o seu objetivo é passar seriedade e credibilidade sobre a sua atuação como médico.

Mas, afinal, como usar esse canal para construir seu nome no mercado e atrair pacientes? Neste post, reunimos uma série de dicas para você criar a sua página no LinkedIn, gerar mais autoridade e fazer networking e marketing por meio dessa rede. Confira!

Como criar uma página no LinkedIn para médicos?

Como uma rede social voltada para objetivos profissionais, a página no LinkedIn funciona como uma espécie de currículo. Então, é importante construir a imagem como médico. Por isso, são necessários alguns cuidados ao se apresentar. Esqueça a informalidade e a intimidade utilizadas em outras redes sociais. O ideal é você tratar o seu perfil como um cartão de visitas.

A seguir, separamos algumas dicas para cada etapa.

Faça o cadastro

O primeiro passo é acessar o site do LinkedIn para criar um cadastro e obter um perfil gratuito. Para isso, você deverá preencher os campos solicitados, como dados de contato, informações pessoais, formação acadêmica, experiências, habilidades e competências, entre outros.

O processo é intuitivo e simples, mas vale ter atenção e não deixar nada em branco. Quanto mais completo, maior a força do perfil, ou seja, a chance de despertar o interesse de outros usuários.

Escolha a foto

Ao escolher uma foto, certifique-se de que ela transmita certo nível de seriedade. Não precisa ser aquela fotografia 3×4 com fundo branco e sorriso amarelo que estampa os documentos. Apenas leve em conta que se trata de uma rede profissional e que a imagem deve ser adequada à figura de um médico.

É interessante criar uma identidade visual. Para o perfil e para a capa, utilize imagens que remetam a uma postura profissional, com bom gosto e sofisticação.

Escreva o resumo

Trata-se de um espaço para um breve resumo da sua carreira médica e dos objetivos profissionais. Escreva um texto atrativo, mas que seja sucinto e claro, de fácil visualização e compreensão para todos os públicos: de colegas da área médica a pacientes.

Vale uma especial atenção com a manchete, aquela frase que aparece logo abaixo do seu nome e que funciona como uma chamada para que as pessoas se interessem em visualizar o seu perfil. Use o bom senso e a objetividade, destaque sua especialidade, seu cargo e os locais onde trabalha e atende.

Como usar a rede para ter mais autoridade?

Lembre-se de que o LinkedIn é uma rede social e, como tal, funciona de forma dinâmica, e não como um banco estático de currículos. Nesse caso, após criar o perfil é fundamental investir na interação e na geração de conteúdo. Veja, aqui, como usar a ferramenta para gerar autoridade!

Recomende e seja recomendado

Esse recurso do LinkedIn é muito interessante e permite que você indique os seus contatos por suas habilidades, bem como solicite que eles também façam recomendações acerca do seu trabalho. Além de aumentar as visualizações do seu perfil, essa prática confere autoridade. Ser recomendado por diversas conexões é uma espécie de confirmação de que você é o profissional que diz ser.

Siga empresas e instituições

Muitas empresas e instituições, como hospitais, universidades e laboratórios farmacêuticos, têm páginas no LinkedIn. Ao segui-los, você visualizará as informações e as novidades publicadas por eles. Além de ser uma forma de se manter atualizado, permite a interação com profissionais cujos interesses se assemelham aos seus — por meio dos comentários, por exemplo.

Como fazer networking e marketing com a ferramenta?

Como qualquer rede social, o LinkedIn para médicos funciona como uma ótima plataforma de relacionamento. Ele não apenas favorece a interação com outros profissionais, como também estreita a comunicação médico paciente. No entanto, para ser bem-sucedido, é preciso investir tempo nessa relação virtual.

Nesse aspecto, a rede funciona mais ou menos como o Facebook: você pode gostar das publicações, comentar e compartilhar. Manter-se ativo é fundamental tanto para fazer o networking quanto para atingir alguns objetivos de marketing.

Invista nas conexões

Chamados de amigos nas outras redes sociais, as pessoas com quem você se relaciona no LinkedIn são chamadas de conexões. Conecte-se com outros médicos, colegas de trabalho, de faculdade, professores, profissionais da área de saúde. Mas também com pessoas do seu círculo de relações online e offline, incluindo amigos, familiares e pacientes.

Publique conteúdo relevante

Outra forma crucial de manter o seu perfil ativo é publicar conteúdos de qualidade a respeito do seu trabalho. Mostrar conhecimento em sua área é uma maneira de você atrair novas conexões. Além dos artigos escritos, você pode postar conteúdos em formatos menos tradicionais, como podcasts, vídeos e outras mídias. Essa prática vai otimizar seu perfil para busca de palavras-chave referentes ao seu campo de atuação.

Participe de grupos

Existem muitas comunidades e fóruns de discussão sobre os mais variados assuntos, que reúnem profissionais da mesma área e com interesses comuns. São ambientes que propiciam a troca de informações, a colaboração e a formação de parcerias. Os grupos são um excelente caminho para se conectar com profissionais de prestígio da área, ou mesmo para se estabelecer como referência em determinado assunto.

Tão importante quanto o cuidado na hora de criar seu perfil é mantê-lo ativo. Isso não significa atualizar informações periodicamente, mas sim investir na interação dentro da rede.

Quando bem construído e utilizado, um perfil no LinkedIn para médicos se torna uma ferramenta poderosa para você se destacar no mercado, aumentar sua rede de contatos e conquistar seus objetivos profissionais.

Viu como é possível utilizar o LinkedIn em favor da sua carreira? Em vez de guardar o conhecimento só para você, compartilhe este post nas redes sociais para que seus amigos também confiram as nossas dicas.

O que é e como fazer marketing odontológico para gerar clientes?

Segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO), 20% dos dentistas do mundo inteiro estão no Brasil e este é o país com mais profissionais da área. O grande número representa uma alta competitividade do mercado, o que leva ao crescimento no interesse pelo chamado marketing odontológico.

Se você é dentista, quer sair na frente e ter sucesso em seu consultório, é preciso estar atento às novidades na área e buscar maneiras de se destacar, buscando informações em outras áreas de conhecimento.

Quer saber o que é o marketing odontológico e como ele te ajuda a gerar clientes? Então acompanhe o texto!

O que é o marketing odontológico?

O marketing odontológico nada mais é do que a aplicação dos conceitos de marketing à área de odontologia. O marketing é o conjunto de conhecimentos, ferramentas e técnicas utilizados para identificar e compreender as necessidades dos clientes e potenciais clientes de uma determinada empresa ou estabelecimento. A ideia é conhecer esses clientes e formular estratégias para atraí-los, criando valor e satisfazendo desejos.

Como é aplicado na área de saúde, o marketing odontológico precisa seguir preceitos éticos e morais da odontologia, de forma que nenhum pressuposto da profissão seja violado.

Algumas ações do marketing odontológico são:

  • pesquisar e identificar o mercado de odontologia da região onde se pretende abrir o consultório;
  • conhecer melhor o perfil dos pacientes e dos pacientes em potencial;
  • desenvolver uma rede de profissionais que podem trocar indicações e informações entre si (por exemplo, dentistas, ortodontistas e médicos);
  • desenvolver as capacidades de comunicação verbal e não verbal junto ao paciente e nas redes sociais;
  • criar meios de comunicação com os pacientes, como blogs, páginas em redes sociais e sites.

Qual sua importância?

As ações de marketing odontológico são as principais ferramentas para atrair novos pacientes e até mesmo manter pacientes antigos. É comum que logo após abrir o próprio consultório, o dentista passe os primeiros meses sem perceber essa necessidade, atendendo amigos e parentes. Porém, com o tempo, essa demanda diminui, o consultório fica vazio e as contas começam a se acumular.

Ter uma estratégia contínua de atração e retenção de pacientes é o que garante o fluxo de atendimento constante. As ferramentas do marketing ajudam a perceber e a entender as mudanças nas preferências dos pacientes, auxiliando, por sua vez, o profissional a se desenvolver de acordo com o que a clientela espera.

Lembre-se de que a marca e a presença digital são alguns dos mais importantes requisitos para o marketing de qualquer empresa, não sendo diferente para a área de odontologia.

E os benefícios?

Sabemos que existem inúmeras faculdades que oferecem curso de odontologia, daí o número elevado de profissionais que se formam todos os anos. Mesmo com suas diferenças, todas essas instituições disponibilizam uma grade curricular parecida, que contempla as matérias principais do curso.

No entanto, quase não há matérias relativas à gestão em saúde e a técnicas de atração de pacientes. Então, quem busca se inteirar sobre o assunto já sai na frente dos concorrentes.

Assim, um marketing odontológico bem-feito tem o potencial de trazer benefícios como:

  • fidelização de pacientes. O paciente fidelizado é aquele que se torna fiel ao estabelecimento, faz o plano de tratamento até o final e sempre retorna para se consultar. Fidelizar os pacientes é tão importante quanto (ou até mais) do que atrair novos pacientes, pois eles representam a continuidade no fluxo de atendimento. As estratégias de marketing ajudam a entender melhor o paciente que já foi atendido e propor ações que o favoreça;
  • diferencial estratégico. Apesar de o marketing estar crescendo entre a área de saúde, muitos profissionais da odontologia ainda não o aplicam em seus negócios. Por isso, vale a pena correr e começar o investimento, já saindo na frente de vários outros profissionais;
  • autoridade e renome na área. Uma das vantagens do marketing é que ele ajuda a divulgar seu consultório ou clínica de forma estruturada e relevante, fortalecendo sua marca e seu nome;
  • captação de pacientes. As estratégias do marketing (principalmente o marketing digital) visam alcançar o máximo de pacientes em potencial possível, dando visibilidade ao trabalho que é desenvolvido no consultório. O foco é colocado justamente no perfil de paciente que se deseja atrair, ou seja, aquele que pode aumentar as chances de sucesso.

De que forma o marketing odontológico pode ser feito?

O primeiro passo em qualquer estratégia de marketing é fazer um diagnóstico da situação atual, entendendo as características principais da clínica ou do consultório e dos pacientes que são atendidos (ou que serão). Algumas perguntas devem ser respondidas em relação ao perfil do paciente já em atendimento.

Por exemplo, deve-se procurar saber o sexo, a idade e a condição financeira dessas pessoas, questionar qual a forma como ela chega até o estabelecimento, que tipo de atendimento (convênio ou particular) vai usar e quais são suas principais reclamações. Por fim, é importante identificar se já existe algum investimento em marketing por parte do estabelecimento.

A ideia é definir qual o momento atual da clínica em relação ao marketing. A partir daí, serão tomados os próximos passos. As ações de marketing podem ser divididas em:

  • marketing pessoal: diz respeito ao valor que é criado em relação à imagem da pessoa, nesse caso o dentista. Os pacientes criam uma ideia do profissional de acordo com sua postura e atitudes. Algumas formas de melhorar o marketing pessoal é sendo gentil e educado, ouvindo o paciente e se vestindo adequadamente;
  • marketing boca a boca: ele se dá a partir do momento em que o atendimento, o serviço e/ou o profissional são tão bons que a pessoa não tem como não indicar para algum amigo ou parente. Podemos dizer que é a forma de marketing mais antiga;
  • marketing offline: incluem todas as estratégias usadas para divulgar a empresa sem o uso da internet, como veículos impressos, jornais, TV, rádio, outdoors, ações sociais e parcerias. Hoje em dia, o marketing offline representa uma parte menor das estratégias de marketing;
  • marketing online: estratégias que utilizam a internet para a divulgação da empresa. É a principal forma de marketing atualmente. A ideia é aproveitar a plataforma online de todas as formas para divulgar produtos, serviços e conteúdo (marketing de conteúdo). Esse tipo de marketing inclui presença da empresa nas redes sociais, criação de blogs e sites e meios de comunicação direta com os pacientes como o desenvolvimento de um aplicativo para o seu consultório. O mundo atual é digital, não podendo ser diferente no marketing.

Planejamento

Atualmente, existem empresas especializadas em planejar e colocar em prática uma estratégia de marketing odontológico, algo muito importante para o estabelecimento, principalmente no início de suas atividades. Investimento nesse serviço pode trazer, sem dúvidas, aumento na captação de pacientes e diversos outros benefícios.

Se você gostou deste artigo, que tal aproveitar para divulgá-lo em suas redes sociais?

Veja os 5 tipos de pacientes mais comuns e como lidar com eles

A competição entre os profissionais de saúde está cada dia maior. A todo momento surgem novos médicos, com estudos e atualizações que impressionam.

Ser formado na melhor universidade e possuir dezenas de especializações não é mais suficiente para conquistar pacientes particulares e obter sucesso na carreira. Afinal, nenhum médico tem o desejo de atender apenas pelo convênio o resto da vida, não é mesmo?

Por isso, o profissional precisa também investir no ponto que mais conquista e fideliza os pacientes: a forma como são tratados durante as consultas. Para que isso seja feito da melhor forma possível, uma boa dica é conhecer os principais tipos de pacientes que chegam ao consultório e aprender como lidar com eles.

Confira o texto para aprender!

1.Paciente “expert”

A tecnologia permite uma grande acesso a informações por meio da Internet, de qualquer lugar e a qualquer momento. Esse é o principal ponto do paciente “expert”, também conhecido como “doutor Google”. É aquela pessoa que chega a consultas com diversas informações que foram pesquisadas de acordo com seu histórico ou com os sintomas sentidos.

Ao se depararem com esse tipo de paciente, muitos médicos reviram os olhos e não levam em consideração o que ele tem a dizer. Está aí o primeiro erro. O acesso à informação só tende a crescer daqui para frente e os pacientes nunca vão deixar de pesquisar sobre seu problema. Portanto, o médico precisa aceitar essa realidade.

É claro que, em grande parte das vezes, ele chegará com informações equivocadas, de fontes não confiáveis. Cabe ao médico indicar pesquisas e fontes, além de não desprezar o que o paciente trouxe.

A melhor conduta é: ouça o que a pessoa tem a dizer; explique a importância de não fazer um autodiagnóstico e sempre procurar um profissional de saúde; explique e corrija as informações que ela encontrou.

2. Paciente exigente

Muitos médicos não gostam ou até temem o paciente exigente, mas ele pode servir até mesmo de parâmetro e incentivo para a melhora do atendimento. Esse perfil é aquele que não só quer um atendimento de qualidade como também faz questão de exigi-lo em todos os momentos.

Às vezes, essa exigência está relacionada ao valor pago pela consulta ou procedimento (quando o paciente considera caro), ou com experiências anteriores ruins de assistência à saúde.

Esse tipo de paciente dá a oportunidade ao médico de atender da melhor forma possível, utilizando linguagem clara, que passe segurança e seriedade ao longo de toda a consulta. Outro ponto importante é explicar detalhadamente o diagnóstico e todas as possibilidades de tratamento, com seus benefícios e riscos.

3. Paciente fragilizado

O paciente fragilizado costuma ser aquele que recebeu algum diagnóstico há pouco tempo e ainda está aprendendo a lidar com a informação. Quanto mais recente e mais grave for a doença, maior chance dele chegar ao consultório fragilizado. A reação a uma notícia ruim varia de pessoa para pessoa. Existem aquelas que lidam bem com informações difíceis e aquelas que ficam simplesmente sem chão.

Esse é o paciente que pode chegar chorando, cabisbaixo, calado, ou falando sobre a injustiça do que está acontecendo. Muitas vezes falará também sobre religião e até como sente que está sendo punido por Deus.

O mais importante ao lidar com esse tipo é ouvir com paciência e legitimar o seu sentimento, seja qual for. O médico deve demonstrar empatia e compreensão por meio da fala, gestos e expressão facial.

Outra dica interessante é oferecer alguns itens para trazer maior conforto, como lenços de papel, água ou um café. Cada pequena ação fará diferença para quem está passando por um momento difícil.

4. Paciente desatento

Todo médico já passou pela situação de receber no consultório um paciente desatento ou desorganizado. É aquela pessoa que se confunde ao descrever as medicações que toma, não sabe quando os sintomas começaram ou suas associações, não lembra onde guardou exames anteriores e outros documentos importantes para o seu acompanhamento de saúde. Enfim, faz uma grande confusão.

A palavra de ordem aqui é paciência. É comum que, frente a novos diagnósticos, a pessoa fique confusa, principalmente quando precisa mudar hábitos ou adicionar atividades às quais não era acostumada antes.

Esse paciente tem maiores chances de confundir os compromissos, pular os horários dos remédios e esquecer o preparo para algum procedimento. Por isso, o papel do médico é auxiliar a se organizar melhor. Algumas dicas são:

  • pedir para que o paciente repita as principais informações ao longo e ao final da consulta, para garantir que ele entendeu tudo o que foi dito;
  • em alguns casos, pode ser interessante sugerir que um acompanhante vá à consulta, para ajudar a lembrar informações sobre medicamentos e outros pontos importantes;
  • entregar recomendações por escrito, como fonte de informação confiável caso ele esqueça algo depois da consulta.

5. Paciente insatisfeito

O cuidado com a saúde é um dos pontos de maior importância na vida de muitas pessoas, o que faz com que elas levem muito a sério as consultas, exames e tratamentos passados pelos profissionais de saúde. Quando sentem que esse comprometimento não é o mesmo por parte dos médicos ou estabelecimentos de saúde, podem ficar muito insatisfeitas.

Elas podem já chegar ao consultório médico insatisfeitas devido a algum problema anterior na própria clínica ou problemas que viveram com médicos anteriores (não terem conseguido fechar um diagnóstico, por exemplo).

O importante, nesses casos, é perguntar o porquê da insatisfação e ouvir o que o paciente tem a dizer. Tente resolver a questão e, quando não for possível, indique ou entre em contato com a pessoa que poderá resolvê-la. O principal ponto é que ele perceba que você se importa com sua opinião e insatisfação, e faz o que está ao alcance para ajudar.

Melhor ainda é acompanhar a situação, perguntando na próxima consulta se o problema foi resolvido.

Conhecer e saber lidar com os principais tipos de pacientes é uma forma do médico se preparar e prever os obstáculos ou dificuldades durante uma consulta. Assim, poderá se sair melhor, impressionando e fidelizando aqueles que comparecem à primeira visita.

E você, conhece algum outro tipo frequente de paciente que chega ao consultório? Então deixe um comentário no post e compartilhe com a gente!

Como fazer uma comunicação médico paciente de forma eficiente?

A comunicação médico paciente é fundamental no cotidiano clínico, mas pode ser problemática. Isso porque, em alguns momentos, ambos apresentam dificuldades em se expressar corretamente, em entender as demandas um do outro e em tornar o diálogo mais produtivo.

Para contornar essa situação, é preciso ter dedicação, atenção aos detalhes do discurso não verbal, técnicas de humanização, recursos tecnológicos e tantas outras ferramentas que serão avaliadas no momento da consulta.

Além disso, algumas questões apresentam resolutividade mais rápida, enquanto outras demandam um treinamento da equipe e a conscientização de todos sobre a proposta de melhorias no atendimento.

Então, se quer saber como melhorar a comunicação médico paciente, fique por aqui que daremos dicas incríveis! Não perca!

Forneça uma linguagem acessível ao paciente

Devido à rotina de discussão dos casos clínicos com outros profissionais, os médicos tendem a dialogar com termos científicos relacionados às patologias e anormalidades laboratoriais apresentadas pelo paciente. Com isso, ao conversar com o indivíduo, mantêm o mesmo diálogo e não percebem que a compreensão fica prejudicada com essa postura.

Muitos, inclusive, sentem vergonha de perguntar ou demonstram um conhecimento inexistente sobre o assunto. Para melhorar essa situação, o médico deve analisar, durante a anamnese, o grau de letramento em saúde que o paciente tem e adequar suas observações conforme essa percepção.

O letramento em saúde é uma nova avaliação do paciente que leva em consideração os saberes sobre a doença e não o grau de escolaridade, visto que muitos indivíduos compreendem a gravidade da enfermidade, mas não são alfabetizados.

Após essa análise, o médico fará analogias com o cotidiano do indivíduo para facilitar a consolidação dos conhecimentos mais importantes que influenciarão na adesão às condutas clínicas.

Mantenha um tratamento clínico humanizado

A comunicação médico paciente perpassa por contextos clínicos, socioeconômicos e emocionais que são contabilizados no momento do diagnóstico e na instituição da estratégia medicamentosa.

Sendo assim, é fundamental o médico avaliar essas nuances e implantar a humanização durante os atendimentos clínicos. Isso significa que o médico deve se solidarizar com o paciente de forma a entender alguns sentimentos que ele apresentará.

Ao receber um diagnóstico de doença grave, o indivíduo pode manifestar raiva, decepção, negação, tristeza, dentre outras emoções, e o médico, diante disso, deve confortá-lo da melhor maneira possível.

A humanização estreita os laços terapêuticos, possibilita maior confiabilidade no profissional clínico e garante adesão às estratégias propostas, proporcionando resultados significativos para o paciente.

Utilize outros recursos de comunicação

A comunicação verbal é uma estratégia de sensibilização do médico em questões relacionadas à saúde do paciente. Todavia, ela pode se perder em poucos minutos, caso o indivíduo não a incorpore como algo relevante em sua vida.

Dessa maneira, é fundamental desenvolver outros recursos de comunicação para facilitar o entendimento do paciente e garantir que as orientações médicas serão aceitas e executadas corretamente.

Um ponto importante é observar a linguagem não verbal que é caracterizada por gestos, expressões faciais e demais comportamentos que sugerem uma aprovação ou negação ao discurso médico.

Além disso, algumas pessoas necessitam de orientações impressas, que utilizarão sempre que necessário. Nesse sentido, a entrega de cartilhas sobre dicas de saúde e bem-estar e informações sobre uso racional do medicamento podem ajudar.

Outra estratégia interessante é o fornecimento de um formulário em que constam o horário de administração das medicações prescritas e as principais orientações quanto à utilização dos fármacos.

Também é possível recorrer a ligações telefônicas ao paciente, ao envio de mensagens de aplicativos nos celulares ou a e-mails, de forma a não perder o contato por muito tempo.

Assegure a objetividade nas consultas

O paciente é um indivíduo carente de informações, necessitando de respostas para os sintomas que o afligem. Devido à disseminação de informações em conteúdo não científico em diversas redes sociais, esse problema tem fomentado novas demandas.

Sendo assim, muitos pacientes chegam a um consultório com um diagnóstico obtido pela Internet e fazem incontáveis perguntas sobre sua situação clínica. Além disso, existem também aqueles que são carentes de conversa, principalmente idosos que vivem sozinhos.

Dessa forma, o médico precisa direcionar a consulta de forma objetiva e educada para apurar os sintomas mais relevantes e, posteriormente, tentar desmistificar as informações trazidas das redes sociais.

Esse trabalho envolve a retomada da situação sempre que o atendimento estiver tomando caminhos não previstos e que dificultam a finalização da consulta.

Tenha os dados clínicos organizados

A comunicação médico paciente deve ser eficiente para facilitar o atendimento. O preenchimento manual de formulários atrasa os procedimentos e pode ser um problema para aqueles indivíduos que aguardam no consultório.

Além disso, o compilado de informações clínicas em brochuras de papel pode se desprender e extraviar documentos importantes, tais como resultados de exames e históricos clínicos e medicamentosos do paciente.

Pensando em resolver esse problema e considerando a dinâmica dos dias de hoje, é imprescindível utilizar um software para cadastro de dados clínicos e laboratoriais do indivíduo, de forma a facilitar o trabalho do médico.

Esse recurso tecnológico tem uma diversidade de funções, e muitas empresas o oferecem, sendo possível adquiri-lo e implantá-lo sem maiores dificuldades, uma vez que a sociedade está mais tecnológica do que nunca.

Dessa maneira, a inserção do prontuário eletrônico em uma plataforma eficiente ajuda o médico a resgatar as informações das consultas anteriores e agiliza o atendimento, pois avaliará as questões pertinentes da situação clínica do paciente.

Além disso, um software para clínicas facilita o atendimento de pacientes, organiza o faturamento e mostra outras questões não levantadas nos documentos físicos, tais como produtividade dos serviços e absenteísmo das consultas.

Comunicação médico paciente

A comunicação médico paciente é uma estratégia que precisa de ajustes contínuos. Isso porque muitos profissionais ainda utilizam linguagem técnica ao conversar com os pacientes e desenvolvem pouco a humanização, enquanto os pacientes são prolixos ou chegam com informações não científicas ao consultório. Por isso, é fundamental aparar os problemas e evitar novas situações conflitantes.

E você, como classifica a sua comunicação com o paciente? Quais características precisam ser melhoradas? Está em busca de assuntos como esse? Então, curta nossa página no Facebook e fique por dentro de novidades!

5 dicas infalíveis para atender bem os pacientes

Alguns médicos em início de carreira acabam convivendo com o mesmo dilema: uma agenda praticamente vazia e com poucas consultas marcadas. Quais seriam as melhores alternativas para reverter essa situação? Atender bem os pacientes certamente está entre elas.

Levando isso em consideração, preparamos este post com 5 dicas infalíveis para melhorar o atendimento da clínica como um todo. Se você tem interesse pelo tema, leia o texto até o fim!

Por que atender bem os pacientes é fundamental?

Atender bem pode até parecer um gesto simples, cuja importância é secundária se comparada aos outros serviços realizados por um consultório. Porém, a realidade mostra a grande relevância desse aspecto.

Se você está dando seus primeiros passos na carreira agora, é muito provável que tenha um número reduzido de clientes. Diante disso, para ascender em sua trajetória profissional, é necessário fidelizá-los, mostrando os diferenciais e as vantagens de fazer um tratamento em sua clínica.

Isso acontece porque, uma vez que tenha sido atendido com cordialidade, o paciente se lembrará do seu trabalho, bem como o de sua equipe. Desse modo, a tendência é que ele volte quando tiver a oportunidade e também indique você para outras pessoas.

Médicos mais experientes, por sua vez, precisam garantir que, apesar do número elevado de atendimentos, todos saiam igualmente contemplados da clínica. Caso contrário, lidará com pacientes insatisfeitos.

Como atender bem os pacientes?

1. Faça uma boa recepção

É na recepção que um paciente estabelece o primeiro contato com a clínica, não é mesmo? Ou seja, é indispensável dar atenção extra a essa parte do atendimento, já que ela pode ser decisiva na percepção daqueles que serão atendidos.

Antes de tudo, é de suma importância que haja alguém devidamente preparado para informar e receber as pessoas. Pode ser uma recepcionista ou uma secretária. No entanto, é válido frisar que essa colaboradora precisa saber lidar com pacientes emocionalmente abalados, apressados e assim por diante.

Outro ponto que merece destaque é a organização do ambiente. Um lugar bastante limpo e arrumado causa impressão positiva, ao passo que o cenário oposto pode comprometer a análise sobre o local. Lembre-se: você trabalha na área da saúde. Poucas coisas podem ser piores do que não apresentar um mínimo de limpeza em seu espaço de trabalho. Certifique-se, portanto, de que está tudo devidamente asseado e com boa aparência na sala de recepção.

2. Invista em conforto

De pouco adianta receber o paciente em uma sala que está brilhando, mas não é nada confortável. Não se esqueça de que, muito provavelmente, as pessoas precisarão esperar alguns minutos para serem atendidas. Imagine o quão incômodo pode ser a espera de um enfermo em uma cadeira dura e sem conforto.

Sendo assim, não abra mão de investir em sofás e poltronas que sejam realmente confortáveis. Ofereça ainda café, água e biscoitos. São coisas aparentemente pequenas, mas que podem facilitar esse momento, no qual o paciente deve esperar a consulta.

No atendimento, é importante que haja no mínimo duas cadeiras, para também receber o acompanhante de quem é atendido. Dessa forma, as pessoas podem ouvir um diagnóstico sem sentir desconforto.

3. Tenha uma equipe comprometida

É impossível pensar em uma gestão de clínicas e consultórios eficiente sem uma equipe comprometida. Por mais que você execute todas as suas atribuições com o máximo primor, o eventual deslize cometido por um colaborador pode ser extremamente prejudicial.

Por isso, conte apenas com funcionários qualificados e experientes, que sabem conviver com a pressão desse tipo de ambiente. É ideal que, além de reunirem as competências necessárias para suas respectivas funções, eles também priorizem o bom atendimento aos pacientes, aplicando-o constantemente em sua rotina profissional.

4. Otimize o atendimento

Felizmente, a tecnologia na área da saúde passou por mudanças significativas nas últimas décadas. Atualmente, há uma infinidade de recursos à disposição de quem trabalha no setor. Os softwares de gestão exemplificam isso muito bem. É fato que alguns profissionais ainda não entraram em contato com as ferramentas desse tipo, mas elas reúnem todos os requisitos para otimizar de uma vez por todas o atendimento prestado ao paciente.

prontuário eletrônico, por exemplo, é uma forma segura de armazenar e transmitir dados do paciente. Ele pode ser acessado rapidamente por quem trabalha na recepção ou por outros membros da equipe. Como se não bastasse, agiliza ainda o próprio atendimento clínico, além de poder ser útil do ponto de vista administrativo e institucional.

A agenda integrada também é uma excelente maneira de deixar todos a par das atividades diárias na clínica. Ela é uma maneira eficiente de organizar as consultas, fazer encaixes, remanejamentos, entre outras facilidades. E claro, há uma série de outras funcionalidades oferecidas, como:

  • emissão de boletos;
  • encaminhamentos;
  • cadastro de pacientes;
  • emissão de recibos;
  • controle financeiro;
  • atestados e declarações;
  • prescrições;
  • solicitação de exames.

Há ainda a possibilidade de avisar o paciente via SMS a respeito da data e horário de uma consulta já marcada. Assim, ele não se esquece do compromisso e tem comodidade para se planejar e não se atrasar, o que é bom não só para ele, mas também para a clínica.

Enfim, vale a pena experimentar gratuitamente algumas dessas soluções e ver, na prática, como elas contribuem para melhor atender os pacientes.

5. Faça um atendimento humanizado

Um atendimento humanizado também começa na recepção. À parte do conforto e da ambientação em geral, é fundamental resolver as dúvidas e encontrar soluções rápidas para os problemas de um paciente. Dentro da sala de consulta, ele precisa se sentir acolhido. Para isso, mais do que gentileza, também é imprescindível manter a ética médica e o comprometimento com o bem-estar de quem você atende.

Ou seja, tente atender todos com calma e dedicação. É horrível para os pacientes quando eles percebem que os médicos estão apressados, porque isso denota uma falta de zelo e atenção com o estado de saúde no qual ele se encontra.

Atender bem os pacientes é um requisito indispensável não só para quem está iniciando na carreira médica, mas também para aqueles que já são experientes e têm uma agenda corrida.

Se você gostou deste texto, aproveite para entender um pouco mais sobre a organização na recepção de clínicas.

Confira 3 atitudes para se destacar no mercado de trabalho

Não importa a área de atuação, nem a época — o que todo profissional quer é se desenvolver e se destacar no mercado de trabalho. E isso não é diferente para a área médica.

O profissional médico demora, pelo menos, 6 anos para se graduar. Depois, mais 2 anos para se tornar especialista, no mínimo. Após tanto tempo de estudos, é normal querer ser bem-sucedido, não é mesmo?

Mas, sejamos sinceros: a realidade é que, atualmente, ser capacitado tecnicamente não é mais o suficiente para garantir uma carreira promissora na área de saúde. Outras atitudes são necessárias, independentemente da sua especialidade.

Então, se você quer saber mais sobre o assunto e descobrir algumas atitudes que podem te ajudar a se destacar no mercado de trabalho, continue lendo o texto de hoje!

Por que buscar se destacar no mercado de trabalho?

Não podemos negar que o mercado está cada vez mais competitivo, em todas as áreas de atuação. Assim, os médicos e clínicas de saúde buscam incansavelmente novidades e formas inovadoras de atuar, atrair novos pacientes e manter aqueles que já são atendidos.

De fato, é necessário buscar formas de se destacar. O paciente precisa sentir e perceber que o seu serviço oferece algo diferenciado, que há valor agregado ao que é oferecido. Só assim ele o escolherá, no lugar de dezenas de outros profissionais que oferecem uma assistência semelhante.

Mas os benefícios de se destacar no mercado de trabalho vão além daqueles relacionados à atração de novos pacientes e, consequentemente, mais lucratividade para o serviço. Ser um profissional reconhecido, bem-sucedido, respeitado e admirado é, hoje, um dos principais pontos para a realização no trabalho e na vida pessoal, como um todo.

Como se destacar?

Bom, agora que você entende como é importante buscar formas de se destacar, listaremos algumas maneiras que podem ajudar. Confira:

1. Mantenha-se atualizado

A tecnologia é, sem dúvida, uma das principais aliadas da área de saúde, permitindo avanços nos procedimentos preventivos, diagnósticos e terapêuticos.

As novidades de medicamentos, técnicas e pesquisas surgem diariamente, com informações que, muitas vezes, mudam completamente a forma como uma determina doença ou condição é encarada pelos profissionais. Por isso, é imprescindível manter-se sempre atualizado na sua área de atuação.

Isso demonstra preocupação com os pacientes, em busca de sempre oferecer o cuidado mais atual e seguro para os pacientes. Afinal, profissionais que não se atualizam são vistos como obsoletos, despreocupados ou mesmo preguiçosos.

O grande erro que muitos médicos cometem é o de achar que os estudos acabam quando a graduação e a residência acaba. Na verdade, utilizar referências de 10 ou até 5 anos atrás na área médica é considerada uma grande desatualização. Ser médico significa estar sempre estudando.

Nesse sentido, a atualização pode ser feita por meio de workshops, cursos, palestras, seminários, pós-graduações, entre outros. Inclusive, é interessante deixar exposto no consultório certificados de novos cursos e habilitações mais atuais.

2. Melhore seu relacionamento pessoal

O bom relacionamento é outro dos pontos principais para um profissional de saúde se destacar no seu meio.

Primeiramente, quanto ao relacionamento com o paciente: quando ele procura um consultório ou outro estabelecimento de saúde, o paciente busca mais do que atender as suas necessidades físicas. Ele espera ser bem atendido e compreendido também em suas dimensões sociais e psicológicas.

Nesse sentido, prestar um cuidado humanizado é enxergar o paciente como um todo, e levar todas suas dimensões em consideração para a definição de tratamentos e outras condutas.

Ter um bom relacionamento com o paciente também é uma forma de incentivo para que ele tenha melhor adesão ao tratamento. Por fim, as chances de um paciente indicar um profissional que teve com ele uma boa relação são consideravelmente maiores.

Mas outro relacionamento que precisa ser bom é com os profissionais de saúde com os quais você trabalha.

Essas são as pessoas que fazem parte do seu cotidiano de trabalho, participando direta ou indiretamente do serviço que você oferece aos pacientes. Logo, buscar uma boa comunicação, entendimento e cooperação é uma forma valiosa de criar um ambiente de trabalho propício para o crescimento e ajuda mútua.

Por fim, vale a pena investir no relacionamento com outros médicos, fisioterapeutas, nutricionistas.

O contato com esses profissionais pode, muitas vezes, ser necessário para complementação de conhecimentos para um diagnóstico ou tratamento. Além disso, assim cria-se uma troca na qual esses profissionais podem indicar o seu trabalho, e você, o trabalho deles.

3. Busque habilidades fora da área

Por incrível que pareça, o atendimento de pacientes na área de saúde exige muito mais do que os conhecimentos adquiridos durante a graduação e pós-graduação. Para crescer e se destacar na área, são necessários também conhecimentos relativos a:

  • gestão — o sucesso de qualquer estabelecimento de saúde, de pequeno ou grande porte, depende em grande parte de como é feita a sua gestão administrativa, financeira e de pessoal. Mesmo os profissionais que têm um consultório pequeno se beneficiam de conhecimentos básicos de gestão, que proporcionam maior organização e controle da assistência que é oferecida;
  • marketing — as estratégias de marketing na área de saúde permitem que o profissional compreenda as necessidades de saúde de seus pacientes e desenvolva formas de se divulgar (por meio de site, redes sociais, blogs);
  • relações interpessoais — como dissemos, os relacionamentos com pacientes, colegas de trabalho e outros médicos é muito importante para se destacar e desenvolver.

Todos esses conhecimentos podem ser adquiridos por meio de cursos específicos voltados para a área de saúde, que direcionam os saberes para serem aplicados por médicos e outros profissionais de saúde.

Enfim, lembre-se de que um médico que expande os seus conhecimentos além daqueles esperados para a sua área se destaca, com certeza, entre outros com competências técnicas de mesmo nível.

Em primeiro lugar, é importante lembrar que o autoconhecimento e o reconhecimento do seu próprio valor são sempre os primeiros passos para crescer profissionalmente. E essa mentalidade, aliada às atitudes que trouxemos neste texto, te ajudarão a se destacar no mercado de trabalho cada vez mais.

E então, gostou do post? Sabe de outras dicas valiosas para se destacar no mercado de trabalho? Sobrou alguma dúvida? Deixe o seu comentário e compartilhe a sua experiência conosco e com os outros leitores!

Sucesso na medicina: 4 dicas que te ajudarão na carreira

O sucesso na medicina só é conquistado com muito estudo e organização. No entanto, existem formas práticas de alavancar a sua carreira na área, e elas podem fazer com que você chegue mais rápido ao patamar que deseja estar.

Levando isso em conta, preparamos este post com alguns conselhos úteis e relevantes para acelerar o seu crescimento profissional. Fique atento a todos eles e aproveite a leitura!

Como um plano de carreira pode ajudar?

Por mais que alguns profissionais ofereçam resistência à ideia de planejar suas próprias carreiras, acredite: fazê-lo é muito mais fácil do que lidar com pacientes insatisfeitos.

Traçar um plano de carreira nada mais é do que elencar seus principais objetivos como médico e quais atitudes devem ser tomadas para que você possa atingi-los. Ele também envolve, é claro, alguns prazos e a ordenação de etapas, já que determinadas coisas só podem ser feitas após a realização de outras.

Ou seja, a maior contribuição que ele traz para ajudar a desenvolver uma carreira é o fato de organizá-la, dividindo-a em etapas. Imagine, a título de exemplificação, que você está no período de residência e logo se tornará um especialista. Ser residente é um passo que antecede a especialização, do mesmo modo que ser especializado é necessário para definir seu principal rumo a ser seguido na medicina.

Em um planejamento de carreira, é preciso pensar constantemente no que você almeja. Você quer abrir um consultório? Vê com bons olhos a possibilidade de fazer um mestrado e/ou uma pós-graduação? Tem vontade de dar aulas? Pensa em estudar no exterior? Quer seguir em um campo da profissão ainda inexplorado?

Todas essas reflexões podem se tornar realidade, auxiliando na construção de uma carreira brilhante. Por outro lado, elas também demandam uma série de recursos e carecem de uma preparação previamente elaborada.

Como obter sucesso na medicina?

É válido ressaltar que o sucesso é um conceito abstrato, que permite inúmeras interpretações. Por isso, ser bem-sucedido é algo que varia muito, de acordo com as diferentes percepções que as pessoas têm sobre o assunto. As dicas listadas abaixo são gerais e voltadas à obtenção de sucesso na profissão médica, ok?

1. Faça um networking sólido

Uma rede de contatos profissionais, ao contrário do que muitos pensam, não é útil apenas para quem busca recolocação ou algo do gênero. Manter essas relações, aliás, é proveitoso até sob o ponto de vista da gestão de clínicas e consultórios, já que médicos mais experientes podem dar conselhos valiosos sobre a burocracia envolvida nos processos e assim por diante.

A área médica tende a se beneficiar ainda mais disso, justamente por apresentar uma segmentação bastante delimitada entre as especializações. Se você é um clínico geral, por exemplo, tem muito a aprender com um oftalmologista e vice-versa.

A troca de informações sobre oportunidades de trabalho, aquisição de conhecimento, rotina profissional e outras temáticas inerentes à profissão é uma forma extremamente positiva de continuar aprendendo mesmo após o fim da faculdade.

Dessa forma, construa relações desse tipo a fim de contribuir com o seu crescimento e também com o de outras pessoas. Não aja, em nenhuma hipótese, de um modo que possa parecer interesseiro, e esteja realmente disposto a falar e a ouvir.

2. Invista em marketing pessoal

O marketing médico ainda é visto como uma espécie de tabu por gente da área. Entretanto, ele tem se mostrado uma poderosa ferramenta no sentido de construir uma ligação entre sua clínica e seus pacientes, além de ajudar muito na divulgação de seus serviços.

O que mais chama atenção é a versatilidade teórica que ele apresenta, já que pode utilizar dos mais variados conceitos, meios e tecnologias para gerar resultados. Uma das suas subdivisões é o marketing pessoal, cujo intuito é fortalecer o nome de um profissional diante de seu público-alvo.

Não à toa, muitos médicos com currículos invejáveis acabam tendo algumas dificuldades em suas carreiras — eles não sabem exatamente como mostrar essas virtudes e competências às pessoas.

As redes sociais também são alternativas valiosas nesse âmbito. Por meio delas, você pode fortalecer a sua imagem e/ou a de sua clínica, atraindo novos pacientes.

3. Continue estudando

Por mais cheia que sua agenda esteja, não se esqueça nunca de continuar aprimorando seus conhecimentos. Afinal, o mercado é voraz e dificilmente dá alguma brecha àqueles que não se atualizam com frequência.

O melhor caminho para continuar crescendo nessa perspectiva são os estudos. Vá, sempre que puder, a eventos, palestras e workshops para entender mais sobre as atualidades da área. Inclusive, essas ocasiões são ótimas oportunidades para fazer networking.

Planeje-se, também, para fazer cursos livres e especializações, pois eles são excelentes escolhas para conhecer mais a respeito de um assunto específico. Mestrados e doutorados, por sua vez, podem causar um impacto muito significativo em seus ganhos.

4. Capriche no atendimento

Atender com qualidade vai muito além do que se passa na clínica. Uma vez que você conquista e fideliza os pacientes, eles muito provavelmente podem fazer indicações do seu trabalho para outras pessoas, dando início a um ciclo virtuoso.

Portanto, atenda de forma humanizada e jamais demonstre pressa às pessoas. Elas precisam de seus cuidados e devem se sentir acolhidas desde o momento em que entram em seu consultório. Por isso, pense em todos os aspectos da recepção, ok?

O conforto, a higiene e a capacidade da secretária ou recepcionista de lidar com ocasiões distintas de atendimento são diferenciais mais do que significativos, podendo determinar se um paciente voltará à sua clínica ou não.

Considere, também, investir em uma ferramenta de gestão especialmente desenvolvida para médicos. Esse tipo de solução comporta uma série de funcionalidades que tendem a facilitar a rotina de um consultório. Assim, você evita atrasos nas consultas, tem acesso a prontuários eletrônicos, pode agilizar o tempo entre uma consulta e outra e otimizar o atendimento em geral, gerando mais satisfação para os pacientes.

Enfim, o sucesso na medicina pode ser alcançado com muita persistência e dedicação. Algumas práticas, porém, ajudam a percorrer esse longo caminho e a chegar na realização profissional.

Se gostou deste post, aproveite para conferir dicas para médicos em início de carreira. Elas certamente podem ajudar você e seus colegas de profissão!

Redes sociais para clínicas: conheça 8 dicas de comportamento

Todo mundo está nas redes sociais! Com os avanços da tecnologia, raras são as pessoas que não aderiram a essa nova onda. Empresas também fazem uso delas para divulgar seus produtos e serviços. E nem mesmo estabelecimentos de saúde escaparam: o uso das redes sociais para clínicas se torna mais comum a cada dia.

E não há nada de errado nisso! Aliás, a prática é importante para a divulgação dos serviços prestados e para manter o contato com os pacientes. Entretanto, ela passa a ser um problema quando se extrapola os limites nas postagens.

Estamos lidando com vidas, correto? Expor um paciente sem que ele saiba, por exemplo, significa violar a ética da profissão, que visa garantir respeito, integridade, dignidade e discrição a todos.

Enfim, se você quer divulgar a sua clínica nas redes sociais, é necessário ter esse tipo de detalhe em mente. Para ajudá-lo, listamos abaixo algumas boas práticas. Não perca!

1. Responda as dúvidas

De que adianta postar a todo momento e não tirar um tempinho para responder as mensagens que recebe? Lembre-se sempre de que, além de um canal de divulgação, as redes também são um local de interação com o público.

Portanto, cheque sempre a sua caixa de mensagens e responda com simpatia e cordialidade todas as pessoas que entraram em contato.

2. Confirme a veracidade das informações

Antes de qualquer post, é importante checar a veracidade do que você vai escrever. Pesquise em sites e fontes confiáveis para não correr o risco de proliferar informações falsas e acabar perdendo a credibilidade.

Além disso, faça uma reflexão sobre a adequação da mensagem ao ambiente. Será que a ética do marketing médico e o respeito que você tem pelo seu público permitem aquela postagem? Se sim, vá em frente.

3. Não use fotos de pacientes

Jamais publique foto de um paciente, ainda que seja para mostrar o “antes e depois”. O CFM (Conselho Federal de Medicina) é contra essa prática, por mais que a publicação da imagem tenha sido autorizada pela pessoa fotografada.

Lembre-se sempre de que os resultados dos procedimentos variam de organismo para organismo e não é possível se basear em um que deu “super certo”. Pode ser que nem todos tenham os mesmos efeitos.

Além disso, um médico não deve, em hipótese alguma, usar a imagem de um paciente para promover o seu trabalho. E é isso que acontece quando ele posta uma foto de alguém que teve bons resultados.

Algumas vezes, o paciente pede para tirar uma selfie. Nesse caso, a foto pode ser postada, desde que a situação retratada não configure propaganda do seu trabalho e que ele tenha autorizado a publicação. Também não é permitido manter comentários que o elogiem demais.

4. Separe seu perfil pessoal do profissional

Experiências particulares e opiniões sobre futebol e outros assuntos polêmicos devem ser postadas em seu perfil pessoal. O alcance desses conteúdos também precisa ser limitado, preferencialmente, somente para pessoas do seu círculo de amizades.

Imagine o constrangimento de um paciente ao ver, na página da sua clínica, um comentário enaltecendo o Palmeiras enquanto ele torce para o Corinthians? Não vai ser uma experiência legal, concorda?

O mesmo vale para aquela foto no bar durante o happy hour ou um meme comemorando a chegada do feriado. Reserve isso apenas para seus amigos. Pacientes podem associar essas postagens a uma imagem negativa de você como profissional.

5. Atenção à língua portuguesa

Posts com erros de português também podem denegrir a imagem da sua clínica. O que os pacientes e o público em geral vão pensar de um médico que “não sabe nem escrever corretamente”?

Portanto, revise os textos antes de publicá-los e tome muito cuidado com a grafia, acentuação e pontuação. Também evite abreviações. Dessa forma, você passa mais credibilidade para quem acompanha sua página.

Em caso de dúvidas, não hesite em consultar um dicionário. Além de evitar que erros sejam postados, essa prática também traz a oportunidade de conhecer e aprender novas palavras.

6. Publique informações relevantes

O CFM prega que o marketing médico em redes sociais deve ser aplicado de forma educativa. Você pode usar isso a seu favor, abastecendo as redes com infográficos e posts informativos sobre assuntos relacionados à sua área de atuação.

Sendo assim, você compartilhará conteúdos que são de interesse do seu público-alvo. Eles se sentirão acolhidos ao visitar sua página e é isso que ajuda a começar a criar um vínculo de confiança entre vocês. Além disso, suas postagens devem servir para conscientizá-los sobre cuidados com a saúde, identificação de alguns sintomas e a importância da medicina preventiva.

Já que a rede social é profissional, as informações contidas nela devem ser relevantes para as pessoas que você quer atingir. Deixe as piadas para seus perfis pessoais.

7. Não divulgue preços

Pode parecer óbvio, mas alguns profissionais correm o risco de cair na tentação de usar a rede social da clínica para se promover. Além de ser antiético, a prática pode ser punida pelo CFM.

Lembre-se de que a saúde dos seus pacientes é coisa séria e não deve ser comercializada. Portanto, nada de publicar sua tabela de preços ou uma promoção para exames e consultas.

Você pode até fazer uma promoção para seus pacientes mais antigos, por exemplo, mas nada de divulgar isso na rede.

8. Conheça bem a legislação

O descumprimento da legislação pode acarretar processos cíveis e criminais. Em casos mais graves, o profissional pode ter o seu CRM cassado.

Normalmente, quando se trata de uma postagem inadequada, o CFM aconselha o profissional sobre sua postura nas redes sociais. Por incrível que pareça, alguns acabam publicando coisas indevidas por desconhecer as leis que regem essa questão.

Portanto, se você não quer ser advertido ou até mesmo punido por causa das coisas que você anda postando, informe-se sobre o que é permitido para o marketing médico e aja com ética também nesse canal tão importante de comunicação: a internet.

Redes sociais para clinicas

Entendeu a importância das redes sociais para clínicas? Acredita que, se utilizá-las corretamente, todos sairão ganhando? Não deixe de seguir a nossa página no Facebook para ter acesso a mais conteúdos exclusivos como este!

Marketing médico: como clínicas e consultórios fazem marketing?

O primeiro passo para planejar um marketing médico de sucesso para seu consultório ou clínica é entender o que significa o termo “marketing” e para que ele serve.

De acordo com a American Marketing Association, podemos definir marketing como um conjunto de processos criativos dentro de uma função organizacional, que faça a comunicação e que agregue valor para os clientes.

Além disso, ele deve facilitar as relações entre clientes e fornecedores de serviços e produtos, de modo a beneficiar os prestadores, os principais envolvidos em cada etapa e o destino final — o consumidor.

Mas, quais as funções do marketing?

Podemos dizer que o marketing tem como objetivo criar um relacionamento a longo prazo com os consumidores, baseado sempre em confiança e valores. Isso significa que a função desse processo criativo é levar a instituição como um todo a pensar sobre os clientes e a trabalhar com base em seus perfis e interesses.

O propósito do marketing médico, por exemplo, é atrair novos pacientes. Para isso, existem diversas ferramentas e formas de fazê-lo, abordando a ética, as taxas de sucesso e os custos. Aqui, um exemplo prático seria a utilização de anúncios online, que devem ser elaborados de maneira a gerar algum impacto nas pessoas que estão buscando justamente o serviço que você oferece e fazer com elas tornem-se possíveis pacientes de sua clínica ou consultório.

No entanto, antes de publicar qualquer anúncio ou outro tipo de marketing, o devido planejamento é fundamental. É preciso estudar qual a melhor ferramenta para o perfil da sua empresa, qual seu público-alvo, quanto você está disposto a gastar e qual o resultado você espera com essa estratégia. Ou seja, o planejamento estratégico é a chave para utilizar o marketing com sucesso.

Quer conhecer quais os tipos de marketing e as principais formas de utilizá-los, respeitando sempre a ética e obtendo, assim, uma clínica ou consultório de sucesso? Acompanhe nossas dicas a seguir:

Quais os tipos de marketing médico?

1. Marketing Direto

Nos dias de hoje, essa é uma das formas de fazer marketing que mais cresce em todo o mundo. Trata-se de um segmento que tem como objetivo alcançar resultados rápidos por meio de ações lógicas e práticas. Para isso, são utilizadas estratégias como, por exemplo, pesquisas de mercado para identificar o perfil dos pacientes e também daqueles que tem potencial a se tornarem clientes.

Tais estratégias devem ser planejadas com o simples propósito de obter lucro para a sua clínica ou consultório em um curto prazo de tempo, sem deixar de oferecer um serviço de qualidade a seus pacientes.

2. Marketing Indireto

O marketing indireto é aquele que utiliza estratégias discretas de propaganda em veículos de divulgação na mídia para vincular a imagem do negócio, de modo a atrair cada vez mais pacientes.

Ao fazer o marketing indireto, sua clínica ou consultório paga para aparecer em mídias como filmes, novelas e outras produções. Com essas ações discretas, não existem formas de o consumidor rejeitar o anúncio, já que eles estarão inseridos na programação que ele habitualmente assiste ou lê e não como um comercial — que ele pode simplesmente mudar de canal.

Esse marketing é bastante eficaz ao trabalhar com o nome da marca ou do produto de forma subconsciente, sem que os consumidores percebam ou se incomodem. Às vezes, o paciente pode nem notar a “propaganda”, mas na hora de escolher uma clínica ou consultório acaba se lembrando daquela referência que ouviu ou leu.

3. Live Marketing

O live marketing é definido como um conjunto de atividades que permitem a interlocução entre o fornecedor de um produto ou serviço e os potenciais compradores — no nosso caso, pacientes procurando atendimento para os problemas estéticos ou de saúde que eles apresentam.

Esse marketing “ao vivo” favorece o contato e as experiências sensoriais dos clientes, proporcionando assim os melhores resultados de captura de pacientes para sua clínica ou consultório. Dessa maneira, ele é considerado superior a qualquer outra forma de estratégia, uma vez que gera maior engajamento e envolvimento por parte dos promotores e divulgadores.

Contudo, cabe ressaltar que o live marketing deve ser feito com muito cuidado, sabendo como abordar cada tipo de pessoa devidamente e de maneira gentil, bem como a hora de não insistir para não se tornar inconveniente e gerar o efeito oposto: criar certa antipatia com o nome da empresa.

4. Marketing de Relacionamento

O foco desse tipo de marketing é estabelecer um bom relacionamento com os pacientes que já frequentam sua clínica ou consultório, como forma de estimulá-los a voltar quando precisarem novamente de seu serviço ou produto. Essa estratégia corresponde à fidelização de pacientes.

A melhor forma de fazer marketing de relacionamento é planejar uma comunicação efetiva com os pacientes que você atende e manter a excelência no atendimento, o que vai desde a estrutura, sala de espera e secretária até a consulta médica propriamente dita.

Entretanto, criar laços com os pacientes pode ser uma tarefa difícil e que demanda a promoção de ações contínuas — como eventos e workshops — por parte da sua clínica ou consultório, sempre pensando em fazer com que o paciente retorne e tenha uma experiência ainda mais satisfatória.

A partir disso, os próprios pacientes passam a fazer a propaganda por você. O chamado boca-a-boca é o objetivo final de todo marketing, no qual o cliente, após vivenciar uma boa experiência em seu estabelecimento, começa a divulgá-lo para seu círculo de amizades e familiares, que possivelmente vão procurar seu atendimento após alguém de confiança ter fortemente o recomendado.

Essa modalidade de marketing se parece muito com o marketing direto, porém os resultados não são a curto prazo como na modalidade anterior. Aqui, a palavra-chave é tempo. É preciso esperar que o nome da marca se espalhe, mantendo sempre a qualidade no atendimento e o bom relacionamento com os pacientes antigos e novos de forma contínua.

5. Marketing de Resposta

Esse tipo de marketing possui como objetivo solucionar os possíveis problemas de imagem do negócio, procurando os pontos fracos do estabelecimento para, assim, mudar a opinião de potenciais pacientes a seu respeito.

Dessa forma, o marketing de resposta tem como principal ferramenta o feedback, ou seja, o retorno dos pacientes sobre as experiências vividas na clínica ou consultório, a fim de descobrir quais as críticas e sugestões que aparecem com mais frequência. A partir disso, é necessário criar as estratégias necessárias para corrigir tais pontos falhos, que pioram a impressão das pessoas perante a instituição.

Além da captação de novos clientes por meio dos aperfeiçoamentos e investimentos feitos, essa modalidade de marketing é importante para a fidelização de pacientes: ao ver que os problemas foram corrigidos, eles certamente retornarão até você.

6. Endomarketing

O endomarketing está relacionado à comunicação interna do estabelecimento, buscando sempre a satisfação da sua equipe. É extremamente importante garantir que seus funcionários trabalhem motivados e dispostos a melhorar a empresa junto com você, como um time.

Para isso, implemente um conjunto de estratégias que valorize os colaboradores e crie boas condições de trabalho, adequadas de acordo com a função de cada cargo.

Dessa forma, a importância do endomarketing é possibilitar que a própria equipe faça a propaganda do negócio, demostrando satisfação e trazendo potenciais clientes.

7. Marketing de Incentivo

O marketing de incentivo representa as estratégias usadas para estimular e motivar as equipes de trabalho, fornecedores e distribuidores a cumprirem os objetivos e metas estabelecidas. Dessa maneira, são oferecidas premiações e reconhecimento para as melhores performances.

Dentre as estratégias mais utilizadas estão as campanhas de incentivo — um dos tipos de ação mais frequentes nesse segmento.

Pode-se dizer que o marketing de incentivo é bem parecido com o endomarketing, uma vez que suas estratégias também procuram melhorar o clima organizacional, harmonizar o relacionamento entre as equipes e incentivar a competição saudável entre os colaboradores, focando na obtenção de resultados cada vez melhores para os pacientes.

8. Marketing Social

O marketing social tem como princípio criar e divulgar a responsabilidade social da empresa por meio de ações solidárias, principalmente nas áreas mais vulneráveis onde os pacientes estão inseridos.

Além de atender as necessidades básicas das pessoas que moram em comunidades menos favorecidas, essas estratégias também colocam a sociedade em ação, direcionando-a para um comportamento coletivo e de empatia ao próximo, considerando sempre o direito de todos em ter qualidade de vida, saúde, moradia e alimentação.

Podemos destacar, então, que o principal ponto pregado pelo marketing social é acabar com a falta de coletivismo e influenciar a comunidade a sair do comodismo, praticando ações sociais e pensando não apenas em si, mas também no próximo.

9. Marketing Digital

A modalidade visa criar canais de comunicação em meios digitais e vem ganhando cada vez mais força, acompanhando as novas tecnologias presentes na vida dos pacientes.

Isso porque a internet é, sem dúvidas, o meio mais utilizado nos dias de hoje para a propagação do marketing — seja por meio de newsletters, posts, e-books, entre outras ferramentas. Além disso, o paciente pode escolher quais desses conteúdos ele deseja ler ou assistir.

Aqui, é importante mencionar também o marketing direcionado para as redes sociais, no qual a clínica ou consultório foca na produção de conteúdo direcionado especialmente ao público-alvo e divulga fotos mostrando sua estrutura física, equipamentos modernos e equipe qualificada.

Por fim, o marketing digital tem um potencial muito grande de alcançar novos pacientes, sobretudo a distância, uma vez que não há barreiras físicas para o conteúdo produzido na internet.

Adiante, vamos falar mais detalhadamente sobre o uso das redes sociais para fortalecer o marketing médico.

Como implementar o marketing digital?

Por meio do uso de sites e redes sociais, sua clínica ou consultório conseguirá produzir ótimos resultados sem precisar gastar tanto. Por isso a importância de saber utilizar — antes de implementar de fato as ações de marketing digital — as ferramentas e estratégias de cada um desses meios, buscando sempre elevar o número de pacientes que a clínica precisa.

A seguir, listaremos as principais estratégias para deixar seu site e redes sociais prontas para atrair novos clientes:

1. Faça um planejamento de ação e trace estratégias

Antes de começar o seu plano de marketing digital e ir criando sites, blogs e redes sociais, é importante definir quais são os seus objetivos, qual o investimento e retorno esperado, quanto sua clínica separou no orçamento para a ação e quais serviços serão oferecidos em cada um dos meios.

Após traçar os seus objetivos e definir quais as ações a serem colocadas em prática, faça uma análise retrospectiva, conferindo mais uma vez cada passo e cada valor. Para isso, você pode contar com a ajuda de pessoas especializadas em marketing e em gestão de informação, além de uma boa equipe de tecnologia.

Com essas análises em mãos, você conseguirá se orientar para os próximos passos, otimizando os resultados e definindo o que deu certo e o que deve ser abandonado ou alterado.

2. Conheça seus potenciais pacientes

Para que uma campanha de marketing digital no seu estabelecimento seja eficiente, é fundamental definir e conhecer o seu público, ou seja, as pessoas que se identificaram com o seu conteúdo.

Como existem características comuns entre esses potenciais pacientes, o ideal é começar com a produção de conteúdos mais generalistas, os chamados conteúdos de atração.

Nessa primeira etapa de produção, você deve compreender quais são as “dores”, desafios e comportamentos do seu público, de modo a criar um modelo base que servirá para a grande maioria dos seus pacientes.

Após definir quais são essas características, todas as estratégias do marketing digital serão voltadas para cada tipo de paciente, aprofundando as especificidades do conteúdo e tornando-o cada vez mais individualizado, de modo a atingir o paciente ideal e gerar ainda mais resultados.

Mas, quais as formas de se fazer isso? Primeiramente, é preciso colocar a “mão na massa”. Aqui, será preciso fazer pesquisas de campo e entrevistas para conhecer detalhadamente seu público — o chamado trabalho de investigação.

Para isso, use como base os pacientes que você já tem. Não somente os satisfeitos, mas também aqueles insatisfeitos e que fizeram críticas ou reclamações, criando assim um grupo mais heterogêneo.

3. Produza conteúdos de acordo com seus pacientes

Após planejar e estabelecer seu público-alvo, é hora de começar a produzir! Afinal, não adianta estar presente em todas as redes sociais e ter um site bem estruturado, porém sem conteúdo e com matérias vazias, sem informação ou confiabilidade.

Sendo assim, é fundamental produzir conteúdos relevantes, baseados em fontes seguras e que chamem a atenção de seu paciente, buscando atraí-lo até a sua clínica ou consultório e mostrando como ele pode ajudar a resolver os seus problemas e dores.

Não é uma boa ideia escrever de qualquer forma ou simplesmente escolher assuntos aleatórios, sem seguir uma estratégia. Defina um responsável para isso ou contrate uma empresa especializada em criar e estabelecer conteúdos como e-books, posts de blog, newsletter, gráficos ou até mesmo estudos de caso.

Lembre também de escolher palavras-chave que sejam atraentes para seus clientes e de utilizá-las de maneira correta. Logo após, seu estabelecimento deverá seguir um cronograma, no qual serão estabelecidas as datas e a quantidade de conteúdos a serem produzidos, de modo a garantir periodicidade e fluxo de pessoas no site ou redes sociais.

Através da produção de conteúdo contínuo dentro da estratégia estabelecida, é possível garantir o bom posicionamento do seu negócio nos mecanismos de busca, ocasionando assim a conquista de novos pacientes.

4. Divulgue o seu conteúdo na internet

Feito o conteúdo de qualidade, chegou a hora de divulgá-lo. Existem muitas maneiras de se promover um conteúdo na web, sendo o site o principal local onde todas as informações estarão reunidas para qualquer paciente, seja ele novo ou antigo.

Por isso, é fundamental manter a página sempre atualizada, com informações novas, imagens atraentes e chamadas que despertem a curiosidade dos visitantes, os fazendo clicar e ler mais sobre o assunto e, quem sabe, até mesmo entrar em contato, assinar sua newsletter e procurar pelo seu serviço.

Atualmente, as maiorias aliadas do marketing digital são as redes sociais. Se a sua instituição de saúde ainda não está presente nelas, está mais do que na hora de se planejar e estruturar para isto, uma vez que a maioria dos potenciais pacientes as utiliza como meio de pesquisa.

Uma boa maneira de ter destaque nesse tipo de mídia é criar boas chamadas, ou seja, resumos curtos do que se trata seu conteúdo, específicos para cada mídia social. Faça também postagens que divulguem e estimulem os internautas a clicarem e conhecerem sua página.

Por fim, esteja sempre pronto para responder comentários no post e e-mails com possíveis perguntas e dúvidas. Deixe seu contato disponível para que os clientes possam se comunicar com você — isso demonstra proximidade com quem está do outro lado da tela.

5. Crie laços com seus visitantes

Após publicar um conteúdo de qualidade e estar presente em todas as redes sociais, o próximo passo é atrair potenciais pacientes para sua base de contatos. Para que isso aconteça, é fundamental que você crie uma espécie de relacionamento com eles.

Afinal, a diferença entre você e os demais sites é o fornecimento de informações relevantes e conteúdos necessários para o cliente, o que influenciará positivamente o seu processo de decisão.

Para manter esses pacientes após conquistá-los, é importante criar confiança e demonstrar segurança. São essas duas características que, associadas ao serviço de qualidade e ao preço competitivo, fidelizam os pacientes e criam relações duradouras.

Quais as questões éticas do marketing médico?

Como você pode perceber, o marketing é uma das formas mais eficientes de atração de pacientes e visibilidade para as clínicas e consultórios.

Entretanto, para que tudo aconteça de maneira adequada, devem existir limites — especialmente quando estamos tratando de marketing médico, o que envolve doenças ou questões estéticas e pessoais.

Sendo assim, para que a campanha não saia do controle e prejudique a imagem profissional do médico e de seu estabelecimento, é necessário trabalhar a credibilidade, sem descumprir o que o órgão regulador recomenda sobre ética médica.

A instituição que regulamenta o marketing médico é o Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio do código de ética médica e do Manual da Publicidade Médica. A partir desses documentos, os profissionais são permitidos ou proibidos de realizarem certas práticas.

A seguir, vamos relacionar o que diz o CFM com as estratégias de marketing mencionadas nosso artigo:

  • não é permitido ao médico fazer autopromoção dos seus serviços;
  • não é permitido fazer postagens que envolvam o rosto de seus pacientes, mesmo que haja autorização do mesmo;
  • em seu próprio site, o médico pode e deve divulgar seus serviços, formas de entrar em contato e conteúdos seguros e de acordo com a comunidade científica. Entretanto, para uma divulgação considerada ética, o conteúdo deve ir além da autopromoção;
  • é vetada a publicação de textos sensacionalistas e informações falsas ou sem qualquer embasamento científico em sites, blogs e redes sociais de qualquer tipo;
  • não é permitido realizar postagens e publicações onde os termos “o único” ou “o melhor”, por exemplo, estejam conotando superioridade;
  • é proibido oferecer garantia de resultados aos pacientes.

Conclusão

Portanto, antes de divulgar qualquer conteúdo, é fundamental que você conheça a fundo os principais tipos de marketing que existem atualmente e quais as melhores formas de colocá-los em prática.

Além disso, é essencial que todo médico da atualidade saiba aproveitar as vantagens da produção de conteúdos digitais, divulgando-os por meio de sites, blogs e, principalmente, redes sociais. Como resultado, cada vez mais clientes chegarão até você.

Por fim, ressaltamos que existe uma série de regulamentações sobre o assunto e que elas devem ser conhecidas e respeitadas, promovendo a prática de um trabalho baseado em credibilidade e confiança.

Sendo assim, é fundamental se pautar no código de ética da profissão durante o planejamento, produção e execução do marketing médico. Afinal, é justamente ética e respeito que seus pacientes esperam encontrar quando vão até seu consultório ou clínica, não é mesmo?

Se você se interessou pelo assunto abordado no post de hoje, não deixe de compartilhar este artigo nas redes sociais e deixar seus amigos da área por dentro do tema!

xdoctor

Assine nossa Newsletter

Receba conteúdo em primeira mão para melhorar a gestão e os resultados da sua clínica ou consultório!

Parabéns! Verifique seu e-mail para confirmar a sua assinatura. Caso não receba o e-mail verifique sua caixa de SPAM.