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Gestão de clínicas e consultórios

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Quer saber como evitar a inadimplência de pacientes? Veja aqui!

Saber como a evitar inadimplência em clínicas e consultórios de pequeno porte é um desafio diário a ser enfrentado. Isso porque a instabilidade financeira da empresa gera consequências em diversas etapas do negócio.

Além disso, em consultórios e clínicas o equilíbrio financeiro é muito tênue. A falta de pagamentos dos clientes pode afetar desde a produtividade dos profissionais de saúde até a ruptura de estoque de insumos farmacêuticos e administrativos.

Por isso, é fundamental elaborar estratégias racionais para evitar a inadimplência e observar os resultados em nível assistencial e financeiro, com o objetivo de garantir a permanência dos serviços.

Ademais, as experiências com essa situação devem servir para monitorar a movimentação financeira e evitar novas ocorrências que possam afetar novamente a qualidade das atividades clínicas.

Quer saber como evitar inadimplência em consultório e clínicas? Então, não deixe de ler nosso post de hoje e descubra!

Como a inadimplência afeta a empresa?

Uma clínica com altos níveis de inadimplência não consegue equilibrar suas despesas e investir em infraestrutura e produtividade, capacitação da equipe, além de melhorias dos serviços prestados.

A empresa, também, corre o risco de estagnar suas atividades, enquanto a concorrência conquista a clientela ávida por inovações e qualidade no atendimento.

A ausência de investimentos e o desequilíbrio financeiro demandam tempo para reorganizar as contas e, consequentemente, deverão ser feitas mudanças na rotina do negócio.

É fundamental que o gestor detecte sinais iniciais de desequilíbrio financeiro para que a situação não transcorra sem o devido controle. Isso pode prejudicar serviços essenciais, como consultas particulares, procedimentos ambulatoriais e falta de insumos farmacêuticos.

Além disso, é importante que o gestor reconheça a dimensão do problema, trabalhe em prol de mudanças e obtenha ajuda de especialista quando a situação demandar consultoria específica.

O que fazer nessa situação?

A primeira ação que deve ser feita em casos de receita insuficiente devido à inadimplência de pacientes é apresentar a situação para todos os envolvidos na gestão da clínica.

Nesse caso, é crucial mostrar a situação financeira atual e quais serão as consequências desse atraso caso um planejamento não seja feito para modificar esse cenário. Em seguida, faça um levantamento das principais mudanças organizacionais que poderão ocorrer e coloque em prática por meio de um plano de reestruturação.

Após a programação das atividades, os gestores devem delegar as tarefas mais urgentes a serem executadas, levantar os indicadores pertinentes e modificar as rotinas existentes como intuito de melhorar a situação.

Quais são as principais medidas?

Mantenha diversas formas de pagamento

A diversidade das formas de pagamento é uma saída para empresas que necessitam captar mais clientes. A proposta de utilização dos cartões de crédito, parcelamento dos serviços ou emissão de cheques são boas alternativas para minimizar a inadimplência.

Essas opções geram uma amplitude nas formas de pagamento e podem atrair novos pacientes, ou  até mesmo facilitar a quitação de dívidas dos indivíduos que ainda não a fizeram conforme o acordo firmado.

Há também a possibilidade de acordar atrasos dos pagamentos com os diversos tipos de pacientes para reaver as dívidas, buscar soluções plausíveis para ambas as partes e poder recuperar o dano causado.

Também é preciso investir em parcerias com fornecedores para que o valor pago por consulta ou procedimento seja mais atrativo em relação à concorrência, de maneira que a preferência dos pacientes se dê pelo alto nível de assistência.

Nesse contexto, cabe ao gestor oferecer serviços em que o custo-benefício seja positivo, ou seja, o valor pago seja coerente com a qualidade de assistência prestada pela clínica.

Elabore alertas sobre prazo de pagamento

Os pacientes nem sempre costumam se lembrar das datas de pagamento. A utilização de alertas é uma boa maneira para evitar que se esqueçam dos prazos. Os lembretes podem ser enviados por e-mail, mensagens pelo celular e também podem ser feitos por meio de ligações.

A abordagem da cobrança deve ser sempre cordial para que não haja desentendimentos e seja possível manter o paciente na clínica. Nos casos em que o valor for alto, é prudente verificar medidas judiciais.

Avalie como flexibilizar os preços

Alguns gestores preferem limitar a negociação dos preços dos serviços oferecidos, enquanto outros optam pela redução dos valores. É preciso avaliar se vale a pena flexibilizar os preços, permitindo a entrada de novos clientes ou oferecer um desconto, evitando a inadimplência.

É de extrema importância que os gestores verifiquem o histórico dos pagamentos dos serviços oferecidos nos últimos seis meses para servir como base para suas decisões.

Invista em um bom software financeiro

Algumas clínicas costumam ter um controle financeiro centralizado com a utilização de formulários simples que não contemplam todas as movimentações efetuadas. Um sistema amador que não demonstre a real situação financeira pode significar um risco para o negócio.

Para que haja uma gestão financeira eficiente é recomendável investir em um software financeiro que abranja a complexidade dos serviços e pagamentos, além de integrar com as outras áreas da empresa.

O software de gestão clínica tem a capacidade de reunir todas as movimentações financeiras, levantar o faturamento mediante a produtividade das atividades, quantificar as despesas geradas pelo consumo de insumos e ainda registrar o quadro de pessoal.

Além dessas vantagens, o software emite relatórios gerenciais que facilitam a tomada de decisão, evidenciando erros no lançamento das contas hospitalares.

Atualize constantemente os dados dos pacientes

Dados atualizados dos pacientes ajudam os gestores a identificarem o comportamento dos clientes quanto ao histórico dos pagamentos realizados, possíveis cobranças a serem feitas, além das  informações bancárias.

Um gestor organizado em relação ao próprio negócio e às informações do paciente evita cobranças desnecessárias, tem sempre em mão as movimentações financeiras e garante o planejamento das receitas para o bom andamento do seu negócio.

Como evitar a inadimplência

Saber como evitar a inadimplência deve fazer parte das competências dos gestores, que planejarão as intervenções a serem tomadas mediante a situação instalada. Verificarão, também, novas opções de pagamento ou renegociação de dívidas de modo a recuperar a estabilidade financeira perdida. Sendo assim, os benefícios serão percebidos no âmbito econômico, assistencial e gerencial.

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Como ser um médico empreendedor de sucesso? Veja 3 dicas!

Ser um médico empreendedor é um dos maiores desafios para esse profissional. Isso porque é preciso desenvolver as habilidades gerenciais sem deixar de se atualizar cientificamente e de se envolver com o paciente.

Para isso, é essencial ter organização, disciplina e persistência. Além disso, é preciso contar com recursos tecnológicos que vão aperfeiçoar essa rotina, permitindo que o processo seja automático e sem sobrecarga de atividades para o médico.

Quer saber como ser um médico empreendedor? Então, confira as dicas que daremos neste post!

Entenda a ideia do empreendedorismo

Empreender significa inovar nos serviços prestados, destacando-se pela qualidade e eficiência até então não observadas na área da saúde. Infelizmente, muitos profissionais ainda carregam a ideia de que o empreendedorismo é um oportunismo na versão negativa da prática.

Considerando a visão de negócio, o médico empreendedor vai descobrir a demanda por um determinado nicho avaliando o perfil de pacientes a serem atendidos, principalmente em relação às condições clínicas, socioeconômicas e sanitárias.

Por meio dessa análise detalhada, será elaborado um planejamento estratégico visando contemplar as expectativas dos futuros pacientes. Lembrando que é importante colher sempre informações sobre a opinião desses indivíduos em relação ao serviço prestado.

Dicas para ser um médico empreendedor

1. Faça uma boa gestão financeira

Como todos sabem, a saúde não tem preço, mas envolve custos, Tais custos devem ser mensurados, averiguados e modificados conforme os recursos econômicos disponíveis pela instituição clínica.

Isso significa que o médico empreendedor deve se atentar para o valor total das atividades clínicas realizadas. Assim, vai ser capaz de avaliar se elas estão condizentes com o montante reembolsado pelas operadoras de planos de saúde e de que forma isso afetará a sustentabilidade financeira da instituição.

A partir dessa análise bem fundamentada será possível promover capacitação da equipe administrativa e clínica com o intuito de promover melhorias que diminua o custo desnecessário de alguns serviços e aumente a produtividade de outros.

Considerando que essas análises são complexas, é importante lançar mão de softwares de gerenciamento clínico. Essas ferramentas fornecem relatórios conforme a necessidade do médico e podem revelar uma relação histórica para facilitar a compreensão da efetividade das práticas realizadas.

2. Mantenha o consultório organizado

A aparência de um consultório clínico é uma das principais observações dos pacientes e seus acompanhantes. Em seguida vem à presteza e a proatividade da equipe administrativa e de acolhimento.

Por isso, é fundamental investir na aquisição de móveis confortáveis na sala de espera, televisores instalados em locais apropriados ou música ambiente, sinal de wi-fi conforme grande demanda nos dias de hoje e a oferta do tradicional cafezinho.

Também é crucial manter a higienização dos sanitários com produtos eficientes, além de retirar o acúmulo de lixo frequentemente e investir em aromatizadores de ambiente para não causar má impressão do local.

3. Aposte na divulgação do serviço

Um médico empreendedor deve saber divulgar os seus serviços, primeiramente devido às questões éticas envolvidas e posteriormente porque necessita atrair novos pacientes ou encaminhamento pelos especialistas.

Pensando nisso, é interessante que esses indivíduos participem de congressos e grupos online com seus colegas de profissão a fim de se destacar pelo conhecimento, sendo referência em determinadas atividades conforme a localidade de seu consultório.

Para o público leigo, sugere-se a divulgação de conteúdos sobre saúde que seja de fácil compreensão nas principais redes sociais. Isso vai facilitar a disseminação de conhecimentos clínicos de grande relevância e incitar o compartilhamento e a adesão de seguidores.

Médico empreendedor

O médico empreendedor é um profissional com visão para melhorar os serviços tradicionalmente exercidos por seus colegas, atendendo a demanda crescente por efetividades, fazendo um bom acolhimento e humanização além da divulgação dos serviços pelas redes sociais. Para tanto, é essencial que ele desenvolva algumas habilidades e aperfeiçoe o atendimento por meio de um software inteligentes.

E você, gostou do texto?  Então, não deixe de compartilhar estas informações nas suas redes sociais!

Gestão de medicamentos: saiba agora como um software pode auxiliar!

A gestão de medicamentos é uma tarefa desafiadora que deve ser realizada corretamente para evitar ruptura do estoque ou excesso de insumos farmacêuticos. Por essa razão, as estratégias devem ser bem delineadas e acompanhadas continuamente.

Além disso, a inclusão de recursos tecnológicos aperfeiçoa o processo de levantamento de dados de consumo, apura informações sobre entrada de estoque e avalia outras movimentações relevantes.

Todavia, a utilização do software somente será efetiva se a escolha for a mais adequada ao perfil da empresa clínica, considerando a complexidade, o número de serviços prestados e o montante de insumos farmacêuticos consumidos.

Quer saber mais sobre a utilização de software para a gestão de medicamentos? Então, não deixe de ler essas informações no post de hoje!

A importância da gestão de medicamentos

O controle de estoque deve atender uma demanda de saúde considerando as variações sazonais no consumo dos itens farmacêuticos, os recursos financeiros destinados a essa atividade e a área física voltada ao armazenamento desses produtos. Isso porque os investimentos devem ser suficientes para atender as solicitações de compra, ao mesmo tempo que necessitam de recursos para manter o armazenamento dentro dos padrões de isenção microbiana preconizados pela legislação.

Além disso, deve levar em consideração o tempo de processamento de compra, as exigências dos fornecedores quanto ao prazo de entrega e outras variáveis, conforme o tipo de produto que se deseja adquirir, principalmente daqueles como fornecimento exclusivo.

Por isso, é fundamental manter o gerenciamento adequado dos insumos farmacêuticos para atender a demanda do serviço clínico sem acarretar falta de medicamentos essenciais ou quantidade exorbitante de itens substituíveis. Nesse sentido, umas das ferramentas de gestão utilizadas é a curva ABC/XYZ que caracteriza os medicamentos quanto ao custo unitário e a importância farmacológica para a instituição.

A relevância da tecnologia na gestão de medicamentos

Controlar todas as variáveis de entrada e saída de estoque, além das perdas por validade dos medicamentos, é algo desafiador e requer conhecimentos gerenciais, clínicos e logísticos dos colaboradores. Por isso, ferramentas que integram todas as informações serão sempre melhores do que as chamadas fichas de prateleiras, que são passíveis de erros humanos e falhas no processo de armazenamento dos produtos.

Isso porque um software compila os dados de forma organizada, emite relatórios gerenciais conforme a alimentação do usuário e pode diagnosticar previamente problemas no controle de estoque dos insumos.

As vantagens na utilização do software na gestão de medicamentos

Controla o estoque

Por meio da alimentação do sistema, é possível ter controle das entradas via notas fiscais, empréstimos recebidos, doações, dentre outras. Também é viável analisar as movimentações de saídas por consumo individual e coletivo, empréstimos enviados e demais movimentações relevantes.

Dessa forma, o gestor terá uma avaliação periódica do consumo dos itens e conseguirá planejar as compras com base no histórico das saídas dos medicamentos, bem como do estoque armazenado. Esses fatores são cruciais para aumentar a produtividade e manter a sustentabilidade das instituições clínicas.

Ressalta-se, porém, que essas informações são confiáveis na medida em que os usuários alimentem corretamente o sistema, tarefa que exige capacitação adequada dos colaboradores e atenção às funcionalidades do software.

Evita desperdícios

Um software é capaz de fornecer relatórios que mostram a situação da empresa clínica e, a partir desses documentos, facilitar a tomada de decisão pelos gestores que direcionam para os investimentos financeiros pertinentes ou redução de custos. Sendo assim, mediante a análise do estoque físico e virtual será possível optar pela compra imediata de produtos de alta demanda ou aguardar um período de tempo, devido à apuração do estoque de segurança de outros itens.

Avalia a previsibilidade de compra

Os dados gerados pelo software permitem o levantamento do estoque de segurança, ponto de ressuprimento e estoque máximo além de apontar outras variáveis, conforme o consumo periódico dos produtos. Fora isso, mostra um horizonte histórico de movimentação, de forma que, é possível prever aumento de demandas por variações climáticas ou redução de consumo em decorrência da obsolescência de algumas tecnologias facilitando assim a previsibilidade de compra.

A melhor maneira de se escolher o software ideal

Sabendo das vantagens clínicas, administrativas e financeiras que um software para gestão de medicamentos proporciona, é preciso selecionar essa ferramenta analisando os pontos que interferem na efetividade da proposta. Isso porque existem atualmente diversas plataformas informatizadas para controle de estoque e faturamento dos serviços, porém sem aplicabilidade para instituições de pequeno e médio porte, tornando uma estratégia ineficiente após o investimento financeiro.

Por isso, apresentaremos a seguir algumas dicas para selecionar a opção mais viável para sua clínica. Veja mais!

Facilidade na operação das funcionalidades

Uma plataforma de gerenciamento de estoque de medicamentos deve ser facilmente utilizada pelos colaboradores, com informações autoexplicativas e layout que facilita a interpretação dos comandos. Também deve apresentar acesso à ajuda para as principais dúvidas ou chamamento rápido da assessoria da empresa para não atrapalhar o andamento das atividades clínicas durante o expediente.

Possibilidade de personalização

Um software para gestão de medicamentos deve atender ao perfil da clínica. Nesse sentido, deve possibilitar a personalização das funções mais importantes, desde o cadastro de itens até a forma de faturamento.

Isso porque o cadastro de medicamento pode exigir detalhes que interferem no faturamento hospitalar, principalmente nas situações de utilização de produtos de uso coletivo, como algodão, esparadrapo, etc. Nesses casos, o sistema deve permitir o faturamento em frações menores, porém para controle de estoque, deve ter um cadastro para a unidade não segmentada.

Atendimento e suporte de qualidade

Ao adquirir um software para gestão clínica, é imprescindível constar em contrato quais serão as responsabilidades da empresa detentora no produto no que se refere ao atendimento e suporte para dúvidas. Essa situação é relevante para evitar custos adicionais, ruídos na comunicação entre as empresas e presteza nos serviços de dúvidas ou outras demandas dos gestores clínicos.

A gestão de medicamentos é uma estratégia fundamental para manter níveis adequados de estoque, diminuir o desperdício de recursos e atender aos serviços clínicos de forma efetiva e segura para o paciente. Todavia, para gozar das vantagens dessa estratégia, é preciso selecionar o software que corresponda à complexidade da instituição, principalmente no que se refere ao atendimento de suporte.

Agora que já se convenceu da importância da tecnologia para gestão de medicamentos, que tal experimentar o software com essa funcionalidade?

4 perguntas e respostas sobre a síndrome do jaleco branco

Não é incomum pessoas que não gostam de frequentar consultórios ou hospitais e que, por isso, se sentem desconfortáveis na presença de um profissional de saúde. Afinal, ninguém gosta de tomar uma agulhada ou de receber a notícia de que tem alguma doença, não é mesmo?

O problema é quando algumas dessas pessoas começam a apresentar um medo tão exagerado que fazem de tudo para evitar idas ao médico e realização de exames. Estamos falando da síndrome do jaleco branco. Você já ouvir falar? Acompanhe o texto de hoje para tirar suas dúvidas sobre o assunto!

1. O que é a síndrome do jaleco branco?

Essa síndrome também é conhecida como iatrofobia ou síndrome do avental branco. É quando alguém apresenta um medo exagerado e irracional do médico ou de outro profissional de saúde, e a simples visão de um jaleco branco ou a aproximação de um hospital ou posto de saúde pode desencadear pânico.

O medo que a pessoa sente de ir ao médico faz com que ela desenvolva sintomas de ansiedade. O principal é o aumento da pressão arterial, que pode ser interpretado de forma errada pelo médico, fazendo com que seja dado o diagnóstico de hipertensão sem que a pessoa realmente tenha a doença.

Nesses casos, a pressão arterial do paciente se mostra elevada quando é medida no hospital, clínica ou consultório, mas é normal em outras situações (em casa, quando não há um profissional de saúde por perto, por exemplo). Outros sintomas que o paciente pode apresentar são:

  • taquicardia;
  • sudorese;
  • formigamento;
  • palidez;
  • pequenos tremores;
  • náuseas e ânsia de vômito.

Além disso, é comum que essas pessoas evitem consultas e procedimentos médicos, adiem compromissos relacionados à saúde e/ou apresentem uma preocupação excessiva antes de ir ao médico. Existe também uma variável do problema que é chamada de efeito do jaleco branco. Nesses casos, se uma pessoa já tem o diagnóstico de hipertensão, por exemplo, sua pressão fica ainda mais elevada quando está na presença de profissionais de saúde.

Isso se mostra ainda mais grave, pois esse paciente corre o risco de ter um pico hipertensivo — que pode desencadear problemas sérios, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

2. Quais as causas do problema?

Ainda não é muito bem entendido o porquê do surgimento da síndrome do jaleco branco. Sabe-se que ela é mais comum em crianças, mas que também pode perdurar até a idade adulta ou mesmo só surgir nessa fase. Algumas causas associadas ao problema são:

  • a criação da imagem de que o médico e os estabelecimentos de saúde são relacionados a agulhadas, dor, remédios amargos;
  • paciente pode ter vivido uma experiência traumática na infância em um hospital ou clínica, que o fez desenvolver o medo desses ambientes;
  • a divulgação de erros médicos, falhas na assistência à saúde e notícias afins podem despertar o medo na pessoa de que algo parecido aconteça com ela;
  • a espera demorada em recepções e salas de espera com ambientes hostis e estéreis pode gerar um sentimento de ansiedade, associado à possibilidade de passar por um procedimento doloroso;
  • o paciente pode ter um amigo ou familiar que passou por situações negativas com um profissional de saúde, fazendo com que tenha medo de que o mesmo aconteça com ele.

3. Como é feito o tratamento?

O primeiro passo para um tratamento eficaz é identificar o problema. Normalmente, pessoas próximas e familiares são as primeiras a perceber que a pessoa apresenta uma ansiedade ou preocupação fora do normal quando tem que ir a estabelecimentos de saúde e se consultar com médicos.

O próprio profissional de saúde também pode perceber o problema durante a consulta, pela expressão corporal do paciente ou, até mesmo, seus sintomas. É importante fazer uma investigação minuciosa, para identificar se o problema em questão é realmente a síndrome do jaleco branco, e não algum outro tipo de ansiedade.

O tratamento deve ser direcionado para o grau de ansiedade e medo que o paciente sente, e é feito predominantemente com o acompanhamento de um profissional de saúde mental. Deve-se ter cuidado com o profissional que vai fazer o atendimento, pois ele mesmo pode gerar ansiedade no paciente.

O ideal é que as sessões de psicoterapia ou afins sejam feitas em um ambiente que não remeta ao ambiente hospitalar, e que o profissional não use jaleco, obviamente. O terapeuta pode utilizar diferentes técnicas, como:

  • técnicas de relaxamento;
  • técnicas de controle emocional;
  • compreensão dos traumas relacionados ao problema;
  • compreensão dos gatilhos por trás da síndrome.

O acompanhamento por profissionais de saúde mental é especialmente importante quando o paciente precisa passar por algum tratamento prolongado, cirurgia ou procedimento de saúde.

4. Como o médico pode se preparar para isso?

Os médicos e outros profissionais de saúde devem se preparar para lidar com esse tipo de paciente no seu dia a dia de atendimento, principalmente porque a síndrome do jaleco branco não é um problema raro.

O primeiro passo é entender que a síndrome é um problema real e sério, e não apenas um pequeno incômodo ou “frescura” por parte do paciente. O problema é uma condição catalogada pela medicina e até abordada durante a graduação. Algumas dicas que o médico pode seguir para lidar com isso são:

  • estabelecer uma relação de confiança com o paciente por meio de uma comunicação clara e respeitosa, de forma que ele se sinta seguro dentro do consultório;
  • decorar a sala de espera e o consultório de forma a fazer os espaços parecerem aconchegantes;
  • disponibilizar itens de entretenimento nas salas de espera para reduzir a ansiedade (música, revistas, café, biscoitos);
  • explicar para o paciente todos os procedimentos e tratamentos que serão realizados e as reações que ele poderá sentir.

Síndrome do jaleco branco

Conhecer e entender a síndrome do jaleco é algo importante para pacientes e profissionais de saúde. O paciente passa a identificar se tem o problema e pode então buscar ajuda. O profissional de saúde passa a incorporar atitudes que reduzem o impacto do problema e podem referenciar os pacientes com a síndrome para profissionais de saúde mental.

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Fique por dentro das 7 melhores práticas de satisfação do paciente

A satisfação do paciente é um objetivo a ser alcançado diariamente nos consultórios médicos. Isso porque essa percepção positiva é o resultado do bom atendimento, do tratamento condizente com a situação clínica e das demandas comportamentais do paciente.

Todavia, é preciso limitar as condutas para não incorrer em exageros ou se submeter a situações desagradáveis para conservar a satisfação do paciente. Sendo assim, é preciso manter o equilíbrio para se destacar nesse mercado de saúde.

Para tanto, os gestores/médicos devem ser organizados e produtivos, levantar as principais necessidades, apurar as reclamações e estudar novas formas de abordagem ao paciente para desenvolver uma identidade no atendimento de sua clínica.

Quer saber as melhores práticas de satisfação do paciente? Então, fique por dentro das dicas que daremos a seguir!

1. Não aja com frieza e indiferença

A relação terapêutica estabelecida entre médico e paciente não deve ser pautada no distanciamento completo, pois esse comportamento provoca grande insatisfação no doente. Contudo, é preciso cuidado para não causar intimidade demais. Esse limite é complexo e varia conforme a personalidade dos envolvidos. Em todo caso, é importante não menosprezar a fala do paciente com relação às queixas (e relevar as palavras ditas incorretamente), a fim de evitar um clima descortês.

Nesse sentido, cabe ao médico a escuta ativa, sem manifestação de juízos de valores. O ideal é abordar o paciente de forma simples e objetiva para facilitar o relato dos sintomas e, com isso, a identificação precoce do diagnóstico.

2. Foque no atendimento humanizado

O atendimento humanizado é uma prática que veio para transformar a relação terapêutica fria e hierarquizada que era o modelo considerado eficiente antigamente. Isso porque a responsabilidade do médico era concluir o diagnóstico por meio da observação dos sinais e sintomas clínicos do doente.

No entanto, se percebeu que essa conduta mecanicista não era suficiente para entender as nuances psicológicas, como a experiência subjetiva da doença e de que maneira isso impactava na adesão às condutas clínicas. Desse modo, foi preciso desenvolver técnicas de acolhimento e escuta ativa, e tratar o paciente de forma holística e multidisciplinar para garantir o atendimento humanizado e respeitoso.

3. Pratique a boa comunicação

Quando o médico faz um diagnóstico, o seu pensamento é técnico demais. Transformar essa informação em linguagem acessível ao paciente depende de fatores como: letramento em saúde, capacidade didática e paciência.

O letramento em saúde é a capacidade de entendimento e compreensão das informações que independe do nível de escolaridade. Significa que um borracheiro sem estudo, por exemplo, poderá compreender um diagnóstico de hipertensão da mesma forma que um advogado.

Para tanto, é preciso que o médico tenha capacidade didática de fazer comparações e citar exemplos que facilitem o entendimento. E mais: muita paciência para explicar a situação de maneiras diferentes até a completa compreensão.

4. Mantenha um ambiente acolhedor

A satisfação do paciente é algo a ser avaliado considerando, além dos fluxos administrativos, os serviços e o ambiente clínico. Enquanto alguns analisam apenas as questões médicas, outros reparam nos detalhes da decoração. É fundamental manter um ambiente limpo, acolhedor e com um fluxo de atendimento adequado à infraestrutura física. Nessa situação, vale a pena investir em paredes com tinta em tons pastéis, que dão a sensação de aumento do espaço.

Também é interessante investir em adornos e objetos de decoração que transmitam paz e sejam de fácil limpeza. Afinal, o acúmulo de poeira é facilmente percebido pelos pacientes mais atentos ou por aqueles que estão aguardando o atendimento.

Em relação às rotinas, é preciso pensar em questões eficientes, como fluxo na recepção, agilidade na conferência dos documentos para efetuar a consulta, e encaminhamento para as salas dos médicos. A logística desse fluxo e a presteza dos funcionários são fatores avaliados pelos doentes e seus acompanhantes.

5. Faça a divulgação dos serviços

A divulgação dos serviços clínicos é pautada nos preceitos de ética médica e, por isso, não podem ser disseminados em sua plenitude. Sendo assim, é importante analisar os limites dessa propaganda. Uma das formas de realizar essa divulgação é por meio das redes sociais. Nelas, devem constar informações a respeito dos tipos de serviços ou características sobre as principais indicações das técnicas usadas na clínica.

Outra estratégia interessante é a criação do site da empresa. A página deve reunir informações sobre os procedimentos, os profissionais que atuam na instituição, endereço, telefone e demais dados de relevância para o paciente.

6. Facilite o acesso do paciente

Falar de acessibilidade envolve diversos fatores. Dentre eles, a questão de mobilidade para as pessoas com deficiência. Considerada uma obrigatoriedade pelos órgãos reguladores, essa prática às vezes é cumprida parcialmente.

Isso porque, por questões de infraestrutura e espaço, essas pessoas não têm tanta facilidade de acesso. Os elevadores são distantes dos locais de atendimento ou as rampas são estreitas demais para a passagem segura das cadeiras de rodas. Os gestores/médicos devem garantir praticidade e conforto para os pacientes, bem como adaptar o layout da empresa de forma a não deixá-los em situações que exigem esforço físico e ajuda constante de terceiros.

7. Melhore o contato com o paciente

O atendimento presencial ainda é o modelo mais eficiente de comunicação entre médico e paciente. Entretanto, com os recursos tecnológicos disponíveis atualmente, é possível expandir essas formas de contato.

Uma das alternativas é por meio da videoconferência, em que o médico faz orientações clínicas a respeito do estado de saúde do paciente. Para questões mais simples, mas que exigem respostas mais rápidas, o uso dos aplicativos de mensagens instantâneas pode ser acordado.

Existem também as opções de envios de lembretes de consultas ou informações sobre exames que podem ser feitas por e-mail ou correspondência simples. Em todos os casos, é crucial levantar os canais mais utilizados pelos pacientes.

Satisfação do paciente

A satisfação do paciente precisa ser buscada tanto nos quesitos clínicos, com boas ferramentas de diagnóstico e terapêuticas, quanto nos parâmetros comportamentais, no que se refere às formas de estreitar a relação estabelecida. Para tanto, cabe ao médico/gestor a implantação de medidas simples para melhorias no atendimento e avaliação periódica por meio de indicadores.

Agora, queremos saber quais são as técnicas que você realiza em seu consultório. Quais dessas tiveram maior satisfação dos pacientes? Tem alguma prática que não mencionamos? Deixe seu comentário!

Você sabe como é um fluxo de trabalho para clínicas e consultórios?

Abrir um consultório é o sonho de grande parte dos profissionais de saúde. As pessoas se imaginam gerindo o próprio negócio, controlando seu fluxo de trabalho e tendo liberdade para tomar as atitudes que parecem mais acertadas.

Mas, infelizmente, esse caminho também traz desafios e obstáculos que precisam ser superados. O dono da clínica precisa conhecer e aprender vários conceitos, técnicas e procedimentos da área de gestão que serão essenciais no dia a dia de trabalho do estabelecimento.

Podemos destacar o fluxo de trabalho como um dos principais, pois sua influência sobre a produtividade do estabelecimento é bem grande.

E você? Sabe o que é um fluxo de trabalho para clínicas e consultórios? Continue a leitura e descubra!

O que é fluxo de trabalho?

Trata-se do passo a passo necessário à realização de um trabalho dentro de determinada empresa, indo do início ao fim. Esse processo é natural e ocorre em qualquer estabelecimento, mas pode ser esquematizado por meio de fluxogramas ou outros recursos.

Nas ferramentas que esquematizam o fluxo de trabalho, devem ser incluídas todas as etapas cumpridas pelos funcionários. Assim, será possível perceber qual a relação que cada atividade tem com as demais.

Além de descrever as tarefas, o fluxo contém quem é responsável por cada momento. De forma geral, podemos dizer que ele detalha o que deve ser feito, em qual ordem, por quem e o que se relaciona no meio do caminho.

Como esse conceito funciona em clínicas e consultórios?

Como foi dito, o fluxo de trabalho inclui os passos de determinado serviço dentro de um estabelecimento. Por isso, dentro de uma mesma clínica ou consultório, existem diversos fluxos acontecendo simultaneamente. O primeiro passo é identificar cada um (para que, depois, ele possa ser mais bem organizado).

O fluxo de trabalho de uma clínica de ginecologia e obstetrícia pode conter, por exemplo, as etapas referentes ao primeiro atendimento de pré-natal das pacientes, como:

  • o paciente entra em contato com a clínica por telefone;
  • a secretária questiona se é a primeira consulta de pré-natal;
  • se sim, a consulta é marcada em um dia específico da agenda;
  • a secretária solicita que a paciente traga os exames já realizados;
  • a paciente é atendida pelo médico de sua escolha;
  • os exames específicos e protocolados para primeira consulta de pré-natal são solicitados pelo profissional durante a consulta;
  • na saída do consultório, o retorno é marcado pela secretária.

Como você pode perceber, as etapas específicas são descritas em ordem, com destaque para quem é a pessoa que deve realizar cada atividade.

Fluxo de trabalho: qual a sua importância?

Identificar e esquematizar os fluxos de trabalho do consultório é a melhor forma de conhecer a fundo o que se passa no local. Afinal, um gestor que não sabe quais são os caminhos percorridos pelos serviços prestados simplesmente não conhece o próprio negócio.

E sim: falamos negócio. Lembre-se de que os estabelecimentos de saúde precisam ser tratados dessa forma em relação às questões administrativas.

O fluxo de trabalho pode ser organizado somente depois do processo de identificação. Após todas as etapas serem apontadas, é possível ver pontos a serem melhorados, como retrabalhos, burocracias ou até questões desnecessárias, que só atrasam os serviços.

Tudo o que acontece na clínica compõe os fluxos e precisa ser conhecido. Por isso, fazer um fluxo de trabalho organizado é fundamental para a organização e, consequentemente, o sucesso do estabelecimento.

Quais os benefícios de um fluxo de trabalho organizado?

Agora que você entendeu que conhecer o fluxo de trabalho é, de fato, importante para seu consultório, vamos mostrar os inúmeros benefícios que um bom fluxo, preparado com cuidado, pode trazer para você, o negócio, os funcionários e até os pacientes. São eles:

Maior produtividade e diminuição dos gastos

Como citamos, ao organizar o fluxo de trabalho, é possível eliminar ou alterar etapas ineficientes, o que torna todo o processo mais ágil. Além disso, a esquematização do fluxo é o primeiro passo necessário à automatização das atividades.

A identificação detalhada das etapas também permite perceber furos, gargalos e desperdícios que causam mais gastos — e podem ser corrigidos.

Redução da taxa de erros

Os erros na área da saúde acontecem por diferentes motivos, incluindo os problemas no fluxo de trabalho. Além disso, a esquematização das etapas é uma forma de revisar e atualizar as atividades feitas, proporcionando que todos os funcionários atuem conforme as mesmas regras.

Melhoria da qualidade do serviço oferecido

A diminuição dos erros e a maior produtividade da clínica farão, certamente, com que a assistência ao paciente melhore de forma geral. Os resultados são entregues mais rapidamente e com maior acurácia.

Diferencial estratégico

O principal objetivo de um fluxo de trabalho eficiente é organizar a clínica, o que se reflete no aprimoramento de todos os processos desenvolvidos no cotidiano de trabalho. Essas melhorias formam um diferencial estratégico para o estabelecimento diante da realidade competitiva da área de saúde.

Como organizar e otimizar o fluxo de trabalho?

Você já sabe o que é um fluxo de trabalho, como ele é feito em clínicas, qual a sua importância e quais benefícios ele traz. E agora? O que falta? Aprender a organizá-lo e otimizá-lo em seu dia a dia de trabalho. Listamos, abaixo, algumas dicas que vão ajudar nesse processo.

Identificação dos recursos e descrição dos processos

O primeiro passo é identificar todos os recursos disponíveis na clínica, incluindo os humanos, os materiais, o tempo dos profissionais e o capital. Esses elementos farão parte do fluxo de trabalho.

Depois do mapeamento dos recursos, é preciso descrever todos os processos que acontecem na clínica de forma cronológica, assim como fizemos no exemplo da clínica de ginecologia e obstetrícia.

Definição das ferramentas disponíveis

Os recursos e as etapas do processo constituem o fluxo de trabalho propriamente dito. Agora, chegou o momento de organizá-los em ordem, por meio de mapas ou fluxogramas. Lembre-se de destacar as pessoas responsáveis por cada momento, além das relações entre uma atividade e outra.

Avaliação contínua

Após a montagem da ferramenta com o fluxo de trabalho, é necessário divulgar para a equipe e conferir se falta algum detalhe. Ela precisa ser reavaliada periodicamente, pois nenhum fluxo funciona para sempre: é primordial seguir as mudanças do estabelecimento.

Todo o processo de fluxo de trabalho pode ser otimizado (e muito) com o uso de softwares de gestão médica, que possibilitam a organização e o armazenamento de todos os dados a serem usados durante sua formulação. Tais sistemas contam, ainda, com opções de organização da agenda e gestão financeira.

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O que o paciente observa ao contratar um profissional de saúde?

Existem diversos motivos que fazem um paciente procurar um profissional de saúde, seja ele médico, fisioterapeuta ou dentista. Desde a necessidade de um check-up anual de rotina à investigação de algum sintoma específico, o paciente escolhe o profissional em busca de um atendimento de qualidade, atencioso e que resolva o seu problema naquele momento.

Para tomar essa decisão, uma lista de critérios é levada em conta. Saber quais são esses fatores ajuda o profissional de saúde a aperfeiçoar o seu trabalho e a se destacar no mercado.

Então, não perca tempo e acompanhe este post. Assim, você ficará por dentro de alguns dos principais critérios que o paciente observa ao contratar um profissional de saúde!

Facilidade para acessar o profissional de saúde

Vivemos na era da praticidade, na qual conseguimos resolver grande parte das nossas questões do dia a dia sem ter que sair da frente da tela do computador. Cada vez mais, as pessoas procuram estabelecimentos e profissionais que possam oferecer os serviços de forma acessível, prática e rápida.

Por isso, a facilidade para acessar o profissional de saúde é um dos requisitos fundamentais. Esse processo se inicia nas formas que o paciente tem para entrar em contato com a clínica (telefone, SMS, WhatsApp, internet). Quanto mais fácil for para ele conseguir marcar a consulta ou obter informações sobre o atendimento, mais pontos para o profissional de saúde.

Outro item relevante é tentar organizar a agenda de forma que a consulta não demore tanto para ser marcada, na medida do possível. E garantir, igualmente, que o paciente não precise esperar muito tempo quando chega à clínica para o atendimento, o que costuma ser a maior reclamação em relação aos estabelecimentos de saúde. Ser pontual é indispensável. Algumas formas de evitar longas esperas são:

  • determinar o tempo médio de atendimento para cada tipo de consulta, de forma que elas possam ser agendadas com intervalo de tempo adequado;
  • contactar os pacientes no dia anterior à consulta para confirmar, o que evita atrasos e faltas;
  • ter um registro de pacientes organizados, de maneira que a secretária encontre rapidamente as informações do paciente quando ele chega para a consulta.

Não se esqueça também das outras formas de comunicação com o estabelecimento de saúde, como os aplicativos para smartphones, as páginas das redes sociais e o envio de e-mails. Investir nesses meios aumenta a facilidade de acesso e troca de informações.

Infraestrutura do estabelecimento

O ambiente físico do estabelecimento de saúde é um dos fatores mais observados pelos pacientes, sem dúvida. Afinal, ninguém quer ser atendido em uma clínica “caindo aos pedaços” e com aspectos de sujeira, não é mesmo? Portanto, não subestime a importância de manter uma boa estrutura.

Essa preocupação deve se estender para todos os ambientes da unidade, desde a recepção de pacientes até o consultório do profissional de saúde. Os principais pontos a serem levados em consideração são:

  • localização da clínica;
  • limpeza e organização do ambiente;
  • decoração de acordo com o tipo de atendimento que é realizado;
  • acessibilidade e conforto;
  • climatização do ambiente;
  • iluminação do ambiente.

É interessante investir na recepção, local do contato inicial do paciente com o estabelecimento e que, portanto, causa a primeira impressão. Pode-se incluir itens de decoração que tragam uma sensação aconchegante, da qual o paciente se lembrará depois. Outro diferencial na infraestrutura é ter um estacionamento amplo e/ou com vagas exclusivas para os pacientes, pois esse fator facilita ainda mais o seu atendimento.

Qualidade técnica do profissional

É claro que não poderíamos deixar de falar da importância que a qualidade técnica do profissional tem para o paciente. Ele busca o profissional para cuidar da sua saúde; consequentemente, quer que isso seja feito da forma mais confiável e segura possível. Nesse aspecto, os pontos levados em consideração são:

  • experiência e tempo de formação;
  • formação acadêmica (residência, pós-graduação, especialização, atualização, cursos, congressos);
  • tipos de procedimentos realizados e complexidade;
  • conhecimento que o profissional transmite durante a consulta.

Sabemos que, no início da carreira, nenhum profissional tem experiência. Por esse motivo, é justamente nessa época que vale mais a pena investir em cursos de pós-graduação — eles vão valorizar o currículo. Mas também não significa que quem tem experiência não precisa se atualizar. O universo da saúde está em constante evolução, e os profissionais precisam de cursos e treinamentos para acompanhar as novidades.

Uma boa tática é expor nas paredes do consultório os diplomas das principais formações, a fim de que o paciente saiba as qualificações do profissional. O profissional pode ter todos os títulos possíveis, todavia, se não transmitir esse conhecimento de forma acessível e confiante durante a consulta, pode ser que o paciente não se convença. Logo, ele deve falar de maneira firme e clara, utilizando vocabulário que o paciente consiga compreender.

Atendimento da equipe

Por fim, porém não menos importante, citamos o atendimento prestado por toda a equipe da unidade de saúde, o que inclui funcionários da recepção, profissionais de saúde, assistentes e equipe de limpeza. Toda a equipe deve tratar o paciente de maneira humanizada, educada e atenciosa.

Muitas vezes, o paciente chega ao consultório ou clínica fragilizado, pelas próprias questões relacionadas à saúde. O mínimo que ele espera é ser tratado bem, de forma que a maneira com a qual os profissionais falam com ele seja um diferencial no atendimento.

Esse ponto é especialmente importante no que diz respeito à relação paciente-profissional de saúde. Desenvolver uma relação de respeito e confiança é essencial para que o paciente se sinta seguro e volte a se consultar. Esse quesito tem influência, inclusive, na satisfação do paciente e em sua adesão ao tratamento. Algumas dicas com relação ao atendimento:

  • sempre escutar o que o paciente tem a dizer;
  • falar de maneira calma e respeitosa;
  • garantir que o paciente entendeu o que foi dito;
  • procurar resolver as questões trazidas pelo paciente.

Podemos dizer que o atendimento da equipe é o grande diferencial para que o paciente tenha uma boa experiência, se fidelize e indique o profissional de saúde para amigos e familiares.

Profissional de saúde

Se você quer ter seu consultório sempre cheio e ser um profissional de saúde reconhecido, siga essas dicas e fique atento ao que o paciente tem a dizer sobre você e seu estabelecimento.

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Acreditação de clínicas: saiba como destacar a sua empresa

A acreditação de clínicas funciona como um selo de qualidade específico para instituições de saúde, uma vez que atribui excelência a elas — tanto em relação à assistência quanto à gestão. Não se trata de um processo obrigatório, mas sim de uma opção que o estabelecimento tem.

No entanto, uma clínica acreditada oferece mais segurança aos pacientes e percebe uma série de benefícios em seu dia a dia. A seguir, explicaremos como esse processo funciona, qual é sua relevância e quais são as principais acreditações disponíveis no mercado.

Interessou-se pelo assunto? Não deixe de continuar a leitura!

Como funciona a acreditação de clínicas?

De acordo com a Organização Nacional de Acreditação, o processo é descrito como um sistema de avaliação e certificação da qualidade dos serviços de saúde. Dessa maneira, para ser acreditada, uma instituição precisa atender aos requisitos técnicos determinados pelas acreditadoras, sendo a ONA a maior delas.

Embora existam diversos tipos de acreditação, todos têm um caráter educativo, com foco na melhoria contínua e sem qualquer relação com vistorias ou licenças governamentais. O procedimento se baseia em três aspectos:

  • é voluntário, pois parte de uma iniciativa da empresa;
  • é periódico, com inspeções para renovação de acordo com o tempo habilitado;
  • é reservado (as informações coletadas pelos auditores são sigilosas).

Após realizar o cadastro e enviar a documentação para a instituição acreditadora em questão, é marcada uma auditoria presencial para avaliar os requisitos preconizados no manual de acreditação. Com base na análise dos auditores, é gerado um relatório de pendências com os prazos para a regularização. A clínica recebe a acreditação de acordo com a avaliação final, obedecendo a três classificações:

  • nível 1: acreditado;
  • nível 2: acreditado pleno;
  • nível 3: acreditado com excelência.

De forma geral, a avaliação inclui o atendimento das regulamentações vigentes, a organização e a eficiência dos processos, a utilização do prontuário eletrônico e a rastreabilidade das atividades, entre outros pontos.

Em virtude do tempo gasto com a adequação das não conformidades e do investimento necessário para conseguir a titulação, algumas clínicas contratam consultores para promoverem readequações nas atividades antes da visita oficial. Afinal, o objetivo é obter a classificação máxima. Periodicamente, é necessário renovar a acreditação — caso os mesmos requisitos da qualificação anterior não sejam comprovados, o estabelecimento pode perder sua classificação.

Quais são as vantagens para a instituição de saúde?

A acreditação é o reconhecimento da competência técnica na prestação dos serviços de saúde, servindo para garantir segurança e qualidade aos pacientes. Entretanto, a clínica e seus colaboradores também são beneficiados pelo processo, com a diminuição dos riscos de acidentes de trabalho e a valorização do currículo dos profissionais.

Melhora da imagem

Obviamente, a obtenção da acreditação gera confiança nos serviços prestados. Isso pode ser usado em estratégias de marketing médico, a fim de comprovar a satisfação dos pacientes. Assim, o certificado fortalece a marca e a imagem da instituição no mercado, tanto entre o público-alvo quanto no meio técnico, pois eleva sua confiabilidade. Como resultado, a atração e a fidelização de pacientes aumentam.

Vantagem competitiva

Diante de um mercado cada vez mais competitivo, com pacientes mais exigentes e bem informados, a acreditação se torna uma vantagem competitiva em relação à concorrência. Instituições certificadas ameaçam subtrair pacientes das demais, além de se destacarem perante as operadoras de saúde. Nesse sentido, a clínica acreditada com excelência ganha força e destaque no setor.

Aumento na remuneração dos serviços

De acordo com uma imposição da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), as operadoras passaram a deliberar parâmetros de avaliação dos prestadores de serviços, sendo a acreditação um deles. Portanto, algumas operadoras oferecem melhores remunerações de acordo com essa condição, como forma de incentivo.

Maior integração e produtividade

O principal objetivo de um programa de acreditação é avaliar a clínica em sua totalidade (e não serviços ou departamentos isolados). Por isso, a obtenção e a manutenção do certificado demandam o envolvimento dos diversos setores da instituição, o que promove a integração entre as equipes.

Dessa forma, o processo contribui para um ambiente de trabalho mais saudável e o aumento da produtividade, satisfazendo e retendo os funcionários. Tudo isso se traduz em melhorias no atendimento e na eficiência operacional.

Quais são os tipos de acreditação?

Como já mencionamos, existem vários modelos de certificação em acreditação de clínicas. No Brasil, o principal deles é a ONA, mas há outras opções. Confira!

ONA

Trata-se de uma das mais importantes organizações brasileiras na área, cujo processo é estruturado em três fases, com foco na segurança do paciente e dos profissionais. Muitos hospitais e clínicas optam por essa alternativa, pois a melhora da gestão e da qualidade dos serviços está entre seus requisitos, levando à valorização da marca.

HIMSS

A Sociedade de Informação e Gestão de Sistemas de Saúde é uma instituição mundial que tem o objetivo de aprimorar a assistência em saúde por meio da Tecnologia da Informação. Seu programa de acreditação determina os padrões mínimos necessários para a implementação do prontuário eletrônico em uma clínica.

PADI

Trata-se da sigla do Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem, que é realizado pela ANS. O PADI garante o melhor índice do Fator de Qualidade às clinicas que sejam certificadas. A entidade acreditadora é o CBR (Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem), sendo que seus principais objetivos são:

  • garantir aos pacientes melhores escolhas baseadas na qualidade dos resultados;
  • possibilitar às operadoras investimentos em redes efetivas;
  • aperfeiçoar o desempenho dos prestadores de serviço.

NIAHO

A Acreditação Integrada para Organizações de Saúde envolve a segurança assistencial e patrimonial, além da gestão do corpo hospitalar, com foco nos resultados. Sua principal característica é o enfoque na gestão de riscos voltada à proteção da vida, com destaque para a segurança predial (mas também há o planejamento de alta e uma rígida avaliação da equipe).

Acreditação de clínicas

Diante da importância e das vantagens da acreditação de clínicas, cabe ao gestor conhecer as opções disponíveis e escolher a melhor de acordo com os objetivos do negócio. Lembre-se de que é preciso oferecer um excelente nível de serviço aos pacientes e garantir o crescimento da instituição, beneficiando a todos.

Se você gostou deste artigo, recomendamos que conheça 5 dicas para tornar sua clínica referência no mercado. O que acha? Boa leitura!

Bulário médico: descubra como a tecnologia está afetando este processo

O bulário médico é um compilado de informações farmacológicas e terapêuticas e serve como consulta imediata para os profissionais clínicos. No entanto, a versão manuscrita tem sido substituída por aplicativos ou plataformas mais elaboradas.

Sendo assim, os dados sobre mecanismo de ação dos medicamentos, intervalo de dosagem e modo de administração das medicações podem garantir uma prescrição médica segura e adequada ao perfil do paciente.

Além disso, a versão eletrônica permite acesso a um conteúdo atualizado conforme os novos estudos, evidenciando uma evolução clínica devido ao advento dos recursos tecnológicos nessa área.

Portanto, se quiser conhecer as vantagens e funcionalidades do bulário médico, não deixe de ler as informações do post de hoje e saiba mais!

O que é o bulário médico virtual?

Trata-se de um documento eletrônico disponível pelo aplicativo ou por meio de acesso a internet, em que são armazenadas informações sobre ação farmacológica, apresentação farmacêutica, intervalo de dosagem e recomendações de posologia dos medicamentos.

Esse software também ensina sobre os cuidados de administração do medicamento, algumas recomendações direcionadas a um público específico (crianças, idosos, gestantes, etc.) e as contraindicações explícitas.

No documento é possível encontrar as principais indicações clínicas para os medicamentos procurados, bem como os critérios de segurança para essa utilização. Isso é essencial para avaliar o risco e o benefício do uso.

Alguns aplicativos fornecem dados sobre a fisiopatologia das doenças, principais complicações clínicas e situações que exigem procedimentos cirúrgicos para a cura ou controle da enfermidade.

Com usar o bulário médico?

Devido aos recursos tecnológicos na saúde disponíveis atualmente, existem diversas versões do bulário médico. Alguns possuem acesso restrito aos profissionais de saúde cadastrados, enquanto outros foram idealizados para consultas sem um conteúdo científico avançado.

A funcionalidade do bulário virtual é tirar dúvidas quanto ao uso dos medicamentos, oferecer opções terapêuticas mais vantajosas ou alertar sobre ajuste de dosagem em casos de pacientes com função renal ou hepática comprometida.

Por meio desse aplicativo consegue-se obter o preço unitário dos medicamentos, bem como as diferenças financeiras em relação à versão genérica e comercial do medicamento.

A consulta ao bulário reduz o tempo de pesquisa em outras fontes, melhora o conhecimento do médico e garante maior produtividade nos serviços, sem prejudicar a assistência prestada ao paciente.

Sendo assim, esse compilado científico deve ser usado com mais frequência pelos profissionais prescritores, uma vez que a consulta de pessoas leigas pode levar à automedicação irresponsável.

Quais são as informações mais procuradas no bulário?

A velocidade da publicação científica nos meios eletrônicos e a ansiedade dos profissionais em busca por novidades clínicas têm modificado o perfil de dúvidas nos bulários clínicos. Sendo assim, muitos profissionais desejam informações atualizadas sobre um tratamento.

Eles também evidenciam novas opções terapêuticas para tratar uma condição clínica refratária ou informações a respeito dos fármacos que tiveram sua comercialização autorizada pela vigilância sanitária.

Também procuram por orientações quanto à prescrição de medicamentos e requisitos para dispensação, principalmente para aqueles que exigem controle especial (portaria 344/98 e suas atualizações).

Alguns profissionais buscam alternativas para administrar medicamentos por outras vias, como a possibilidade de inserir o produto na sonda nasoentérica ou macerá-los para a ingestão por crianças ou indivíduos com dificuldade de deglutição.

Nesse contexto, é fundamental verificar se essa ação é farmacotecnicamente recomendada, uma vez que comprimidos revestidos e algumas cápsulas não podem passar pela sonda nasoentérica.

Ao finalizar a pesquisa, os médicos detalharão as intervenções no prontuário eletrônico e fundamentarão suas ações por meio de um conteúdo científico e não apenas na intuição clínica.

Como aperfeiçoar a busca no bulário médico?

Como todo site de busca, as plataformas oferecem um campo aberto para digitação do termo a ser investigado. Todavia, quanto mais específica for a busca, melhor a chance de alcançar o resultado desejado.

Sendo assim, os profissionais médicos devem inserir o nome do medicamento e outras informações relevantes para direcionar o assunto de interesse. Alguns softwares requerem o uso dos operadores booleanos (And./e ou O/ ou), que discriminarão melhor a estratégia a ser alcançada.

O operador AND busca uma associação de dois termos, enquanto o operador OR busca por sinônimos ou termos semelhantes. Para o primeiro caso, tem-se o seguinte exemplo: atenolo AND hipertensão arterial. E, para o segundo, caso tem-se: hioscina ou escopolamina.

Quais dados não podem ser ignorados?

Ao encontrar a informação que necessita, os profissionais finalizam a plataforma e já fazem as orientações pertinentes para o paciente. Porém, é preciso ter cautela e ler atentamente algumas recomendações inseridas nesse documento virtual.

Uma delas é a frequência de reações adversas que podem variar entre muita ocorrência até aquelas consideradas de baixa incidência. Por isso, é fundamental que o profissional analise corretamente esse dado.

Outro conteúdo importante a ser avaliado são as interações medicamentosas de relevância clínica que podem comprometer a efetividade do tratamento. Além disso, alguns bulários fazem nota para monitorar sinais e sintomas de toxicidade do fármaco.

O que mais posso pesquisar pelo bulário?

O bulário é considerado um documento científico de grande utilidade para os médicos e com as informações mais confiáveis. Por meio de uma consulta apurada, é possível verificar também critérios para indicação de ventilação mecânica ou da reposição eletrolítica.

Assim como estarão disponíveis dados sobre medicamentos para a pediatria e geriatria, parâmetro de infusão medicamentosa, guia para manejo de antimicrobianas e principais condutas em cirurgia.

Cálculos específicos de medicamentos para pediatria são relatadas em tópicos separados, devido à importante de sua recomendação, enquanto outras fórmulas são aplicadas considerando um indivíduo de 70kg.

Assim, pode-se inferir que esse documento virtual contempla as diversas dúvidas do cotidiano e esclarece condutas de forma clara, didática e objetiva, sendo possível também o compartilhamento por diversos aplicativos.

Bulário médico

O bulário médico é um compilado de informações médicas e farmacológicas que auxiliam no diagnóstico, na instituição de terapias efetivas e seguras e na promoção de condutas racionais. Devido à evolução tecnológica, atualmente está disponível virtualmente para facilitar o acesso ao conteúdo atualizado e de qualquer localidade, melhorando a assistência clínica prestada ao paciente.

Agora que você já entendeu os benefícios do bulário, não deixe de compartilhar nas redes sociais este texto com seus colegas de profissão!

Aprenda já a alavancar o crescimento do seu consultório

Alavancar o crescimento do seu consultório tende a ser um dos principais desafios de quem trabalha na área da saúde. Afinal, existem maneiras eficazes de fidelizar os pacientes e obter resultados mais satisfatórios com os atendimentos prestados?

Além de um bom planejamento e da elaboração de estratégias voltadas à gestão da clínica, também é preciso pensar em outros aspectos que não estão diretamente relacionados à atividade médica.

Pensando nisso, preparamos este post para ajudá-lo nessa questão. Se você tem interesse em saber mais, continue a leitura até o fim!

Elabore um plano de negócios

Médicos passam anos de suas vidas se preparando para atender as pessoas com o máximo de competência. Há, ainda, o tempo dedicado à residência e, eventualmente, a outras especializações.

Em virtude dessa especificidade, é compreensível que os médicos em início de carreira estejam ansiosos para vivenciar a rotina de atendimento. Até mesmo porque essa era a motivação inicial para que toda essa preparação acontecesse, não é mesmo?

No entanto, alguns profissionais acabam deixando de lado a rotina administrativa e esquecem que, apesar de todas as particularidades éticas envolvidas, também é preciso pensar no consultório como um negócio.

Sendo assim, ele deve ser analisado em uma perspectiva de longo prazo, porque somente dessa forma será possível detectar quais medidas tomar a fim de melhorar seu desempenho. Nesse sentido, contratar uma secretária — ou até mesmo formar uma equipe — pode ser de grande ajuda.

Feito isso, planeje tudo à sua volta: a distribuição das tarefas, a prioridade das atribuições e o prazo para a realização de determinados objetivos, como comprar materiais ou contratar novos funcionários. É recomendável fazer acompanhamentos semanais, mensais, trimestrais e anuais.

Defina metas

Após traçar um planejamento e acompanhar os resultados de seus atendimentos, defina algumas metas. Esse tipo de objetivo é importante porque funciona como um indicativo capaz de demonstrar quanto o seu negócio de fato cresceu.

Não se esqueça de que uma boa meta é aquela que é atingível e, ao mesmo tempo, desafiadora. Também é interessante que ela lide com demandas específicas e seja cumprida em um período de tempo previamente determinado. Veja, logo abaixo, alguns exemplos:

  • diminuir o índice de consultas desmarcadas;
  • controlar melhor os atrasos dos pacientes;
  • aumentar a clientela;
  • deixar os prontuários mais organizados.

Aposte no marketing digital visando o crescimento do seu consultório

Infelizmente, muitas pessoas ainda não entendem por completo a importância da tecnologia na área da saúde. Por isso, tenha em mente que refutá-la também implica a perda de uma série de oportunidades para o crescimento de sua clínica.

Esta matéria, publicada pela Agência Brasil, é bastante elucidativa e mostra como é crescente o uso da Internet pelos brasileiros. Os dados são ainda mais chamativos quando se referem à utilização feita por meio de dispositivos móveis, como tablets e celulares.

Levando isso em consideração, por que não apostar no marketing digital? Aumentar a sua presença online pode ser a chave para conquistar novos pacientes e ser mais reconhecido. Ao tratar seu consultório e seu nome como marcas, torna-se mais provável que você seja encontrado por pessoas que ainda não conhecem o seu trabalho.

Faça um networking sólido

Uma rede de relacionamentos profissionais é sempre bem-vinda. Com ela, você fica mais próximo de outras pessoas que provavelmente têm dúvidas ou ambições parecidas com as suas.

Ao conhecer outros médicos, surge a possibilidade de receber pacientes encaminhados, que precisam de tratamentos relativos à sua especialidade. Saiba que essas recomendações podem gerar um ciclo virtuoso a partir de um networking sólido.

Outro ponto positivo evidente é a troca de informações e conhecimentos. Trata-se de um benefício mútuo, que pode ser útil para todos aqueles que trabalham com a saúde. Com isso, você fica mais próximo de adquirir uma visão sistêmica a respeito da profissão que escolheu.

Apenas tome cuidado para não parecer interesseiro. A maneira com a qual você aborda pessoas relevantes deve ser amistosa, mas sem perder o direcionamento do profissionalismo. Proponha o compartilhamento sem esperar retornos imediatos e sempre leve o contexto em conta. Aos poucos, você verá os frutos dessa prática aparecendo.

Tenha uma equipe de confiança

Você se lembra de quando citamos a montagem de uma equipe no começo deste texto? Pois bem! Saiba que um time competente é o suporte que você precisa para poder atender com mais tranquilidade e deliberar as obrigações administrativas. Recepcionistas, secretárias, contabilistas; enfim, todos os cargos que você julgar como necessários para o bom funcionamento de sua rotina.

A recepção, aliás, deve ser pensada com muito cuidado, pois pode ser um grande diferencial da clínica. Imagine o quão desagradável é chegar em um local que você não conhece e ser mal recebido pelas pessoas — quais são as chances de você voltar?

A organização também merece uma atenção especial. Com tudo em ordem, diminuem as probabilidades de você ter que lidar com algum imprevisto relativo à gestão. Sendo assim, contrate os talentos mais qualificados para serem seus colegas de trabalho.

Crie um diferencial

Todas as dicas listadas acima podem ajudar bastante a alavancar o seu negócio. Ainda assim, é preciso criar um diferencial em todos os momentos de interação entre você e seus pacientes. Isso quer dizer que não é só na consulta que você precisa cativá-lo, mas desde o primeiro contato dele com o seu nome.

Um paciente insatisfeito tende a fazer propagandas negativas, prejudicando seus resultados. Por outro lado, alguém que teve uma ótima experiência provavelmente indicará você a outras pessoas.

Portanto, tente fazer com que todas as etapas dessa relação sejam positivas e fique atento aos mínimos detalhes. Ofereça o máximo de comodidade àqueles que escolheram os seus cuidados como médico.

Você pode, por exemplo, enviar lembretes sobre as consultas. Experimente algumas ferramentas e softwares que ofereçam essa funcionalidade. Desse modo, será viável oferecer um benefício adicional à sua clientela e encantá-la ainda mais.

Alavancar o crescimento do seu consultório é uma atividade que exige planejamento e visão estratégica. Porém, é uma meta que pode ser alcançada colocando essas dicas em prática.

Se você gostou deste post, aproveite para ler algumas dicas para médicos em início de carreira!

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